Encontrar la cara

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¿Donde puedo conseguir pesas y equipos de gimnasio "económicos"?

2020.10.19 21:31 denisseishere ¿Donde puedo conseguir pesas y equipos de gimnasio "económicos"?

Quiero ejercitarme en casa pero no se donde puedo encontrar los equipos más económicos y de buena calidad. Por ahora solo quiero encontrar barras, mancuernas y discos (de 10 lb en adelante) He mirado en páginas como Olx, pero me encuentro varía gente que pretende vender las cosas usadas al precio de las nuevas, incluso a veces más caras. ¿Alguien sabe donde puedo buscar? Vivo en Bogotá, pero o si saben de algún lugar en otro lugar del país, puede que me sirva.
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2020.10.19 07:17 yooo66666 Autosabotagem, pornografia e brochar.

Nem sei por onde começar... primeiramente tenho 20 anos e é realmente um pouco constrangedor escrever isso mesmo sabendo que ninguém me conhece, mas ok bora lá. A mais ou menos 2 anos eu terminei o meu ultimo namoro e já naquela época eu consumia pornografia mas era beeem menos, tanto que ainda não atrapalhava nada em minhas relações sexuais, tudo sempre flui numa boa, nunca pensei que poderia ter problemas com isso. Daí, dps do termino comecei a consumir mais a pornografia mas ainda tava dboa, me sentia tranquilo em relação a isso, trocava ideia com varias mina me sentindo bem e despreocupado, só que aí pro final de 2018 eu fui encontrar uma amiga minha e rolou minha primeira brochada, fiquei porra, desesperado na hora, com vergonha e pá(era a primeira vez da mina) nussss fiquei bem abalado serião, falei com uns amigos meus e eles foram suave, nem tiraram sarro, disseram que era normal, mas aí que começou o problema(deveria ter levado numa boa né, todo "mundo" leva isso numa boa, pq eu n iria) enfim, a partir daí comecei minha graaande jornada de autosabotagem e porra velho, até hj n consegui superar isso (como cara???? kkkk taloko) eu realmente rio disso, pq parece ser piada as vezes, eu gosto de mulher, gosto demais cara, e desde de essa época eu comecei a questionar tudo, minha sexualidade, pô problemas mentais, uma avalanche de pensamentos mesmo. (Tá, são muitas coisas a se falar e ainda to com vergonha de escrever isso, mas vamo lá)
Inicio de 2019 e eu tranquilo até ainda, sem nenhuma confusão mental aparente e ainda trocando ideia dboa com umas mina, aí conheci uma menina e a gente foi se aproximando, se beijou e pá, começou a rolar um amorzinho mas a gente n tinha transado ainda e aí um dia ela me chamou pra eu ir na casa dela, era carnaval, fui né, bebemos umas, fumamos uns beck e ficamo daquele jeitão né, delícia, pegação que num parava mais e aí começamo a tirar a roupa, ela me chupou(suave até então, meu pau tava levantado kkkkk) e eu tava dboa tb, eu chupei ela dps e aí bateu aquela ansiedade trevooosa, pq né o proximo passo seria nois fuder e assim... aiai.. eu tinha camisinha lá(ps: no meu ultimo namoro agnt transava so´sem camisinha praticamente) e mano, tremi nas base, falei pra ela q tava sem camisinha e né, ela tb nem tava afim de ir sem, e continuei chupando ela numa boa, mas né, pensando daquele jeitão nas coisa, preocupadasssso, uma lokura gente, aí blz, dormi la e de manha ela veio me cobrar q eu podia ter ido na farmacia e só dei uma desculpa(rapaziada por incrivel que parece n sou gay e eu me questionei bastante sobre isso, pode acreditar). Depois disso começou o desastre, toda vez q pensava em sexo pensava em brochada, instantâneo tipo, aí assim, quero resumir um pouco ne, mas vou falar oq me der na telha aqui. Dps desse ocorrido n falei pra ngm, nem amigo, nem psicologo, nem nd, malucao o cara ne, fala nem pra psicologo aiai, tabom. Dps com essa mina, de précha, broxei mais uma vez só q ai dessa vez foi na hora da penetração mesmo, aquela meia bomba que todo mundo adora, lindeza que só( to falando desse jeito pq acho q assim vo sentir menos otário) aí acabei me afastando dela (vergonha absurda, eu sou uma piada msm), deixei claro pra ela q o problema era cmg, e que ela era né MARAVILHOSA (pq de fato era kkk) aí meus manos e manas, nesse momento eu ja tava 0 bem das ideia(ps: faz mais de 1 ano isso e to desabafando isso só agora pra alguém ok) , escondendo tudo de todo mundo, mas transparecendo que tava tuddo deboa ne, kkk aiai. Que eu me lembre dps dessa mina passou um bom tempo q eu nem tentei nada com ngm(no sentido de ir pra hora H) e tipo, eu continuei flertando, com altas mina e dando idéia mas só na raso (olha o medo que tava, medo de brochar, eu sla, nem imagino falar isso pro meu amigo mais proximo q eu morro de vergonha sla) continuei flertando e pá ne, considero estar em um ponto bem alto da minha kkkk beleza facial e de personalidade tb, ent acaba q altas guria se interessava, e eu bobo né, dava papo mesmo sabendo desse meu problema kk. Ok, final de 2019 chegou um dia lá que a mesma mina q eu tinha broxado lá na primeira vez, me chamou pra ir na casa dela (claramente pra gente fuder) e eu em duvida, falei q n podia, por causa desse medo mesmo e sla, acabei indo encontrar uma amiga minha e a gente beijou dps um tempassso q eu tava afim e assim, fez minha noite tlg, n transei, nem brochei kkkk foi ótimo. Ok, vou voltar aqui no assunto da pornografia e falar q, durante o ano inteiro de 2019 eu provavelmente me masturbei quase todos os dias, pra pornô msm (mas nessa época nem tava ligado em questão de estimulo visual ser tãaao importante pra uma possivel brochada) ok, n dava a minima pra quantidade de porno q eu consumia, só seguia a vida msm, achando que todo esse medo aí meu, era problema meu, sla algum problema mental q eu desenvolvi e q era isso, botei na minha cabeça q ia continuar a ver pornografia pq já q eu n ia transar, pelo ou menos o porno ia me satisfazer( QUE ERRO, REPITO QUE ERRO jovem eu de um ano atrás). Aí pra frente é confusão mental atrás de outra, ia pro psicologo nem sabia oq falar, ficava todo perdido, todo vez q eu podia pensar nisso eu pensava e ia fuuundo e paranoia e fantasia de coisa nem ia acontecer, mano, to querendo é chorar escrevendo isso, nunca tinha botado pra fora isso, enfim... final de 2019 li em algum lugar sobre um negocio q chama reboot, que até tem video no TEDx sobre isso e video do Terry Crews falando, que é basicamente vc ficar sem se masturbar por um tempo indeterminado, que aí uma hora tudo ia voltar ao normal, na hora q eu li eu falei "É ISSO, É ISSO, PRONTO VO RESOLVER MINHA VIDA AGR MESMO" mandei msg pro meu psicologo falando q nois tinha q conversar, tava todo animado, cheguei lá, falei pra ele tudo, tudo q tinha rolado, tava rolando e falei disso aí, mas ele n me recomendou eu fazer esse reboot, falou q a masturbaçao é algo importante pro individuo, e sla, me convenceu q era melhor eu só esquecer disso e levar a vida (hj eu lembro disso e assim, meio cuzao ele ne) na hora nem parei pra pensar no negocio, tava lokin das ideia já.
Vo tentar resumir agr, dps desse aí, continuei me masturbando pra porno ainda, as vezes eu tentava parar um tempo por causa de coisa de twitter e pá, mas acabava voltando uma semana dps. Nessa época eu comecei a criar um autoestima fodida em cima disso, foi surgindo assim tb, fui levando a vida como se tudo oq tivesse rolado tivesse sido só uma fase da minha vida e que tinha passado e que eu já tava deboassa em relação a questão de brochar, que na proxima vez q rolasse ia dar certo, tipo, tava bem deboa. Aí né tava confiante, e um belo dia chamei uma mina q tava cvs pra vir aqui em casa, agnt ja tinha ficado uma vez e tava né, com tesão afinzassso, começamo a tirar a roupa foi indo, chupei ela, suavao, aí ela foi me chupar e ele abaixou do nada, sim, no meio do boquete foi pra vala minha líbido, tentei ressuscitar mas n tava indo, bati uma ali mesmo e n foi, minha cabeça já tava a mil, ja´era ne kkk falei pra mim msm, dps agnt fumou um pra ficar dboa e cvs com ela e pá, ficamos suave. Teve mais uma situação com essa mina (acho q eu forço muito né, mas eu tava só querendo botar minha autoconfiança pra cima de certa forma) agnt saiu comeu um burg já naquele estado né, e dps fomos pra casa dela, casa n, escada do prédio e rolou ali msm, oral dos dois, n brochei durante foi suave, mas na hora de penetrar nela o menino abaixou, mas fiquei deboa, respirei e fui estimulando, uma hora deu certo, botei pra dentro e foi(meia bomba kkkkk), foi pouco tempo mas foi, aiai, que saudade dessa sensação meus amigos kkkk enfim, isso era inicio de 2020, daí começou a quarentena e desde entao eu nem saía de casa né, pra pegar alguém (pra nd msm), mas continuei flertando dms ne, cabo que, uma mina lá falou pra eu ir na casa dela pra né e ja botei na cabeça que n, que n ia rolar, que ia dar merda, já pensando na brochada (ô laia) e confundindo minha cabeça, falando q sexo casual é merda (nunca nem fiz sexo casual) só inventando mentira pra disfarçar esse problema meu, enfim, dei perdido na mina. Aí (ta acabando tá? se algm tiver lendo) anteontem uma mina veio aqui em casa, ja tinha combinado a uma semana atras, mas assim kkkkjjjj, imaginando q agnt nem ia transar nem nd, no maximo um boquete e tals, por isso nem fiquei preocupado com broxar e pá, só aquele calafrio basico de trocar ideia com uma mina q tu realmente acha daora, pela primeira vez, pessoalmente (coisa linda) me preparei total, comprei um corre pra gente pitar, comprei umas breja, umas comida, meditei um pouco pra ficar suave e foi né. Ela colou, agnt trocou altas ideia daora (sla eu tava um pouco de receio de ela achar eu meio maníaco de já querer transar direto assim) aí preparei o ambiente como eu disse, fui fazendo um clima rolar alí...rolou... pegação intensa, tava adorando, bão dms, aiai, que mulher minha gente, começou a passação de mão, eu meio passivo ainda, mas tava daora, aí ela tirou meu short e ja comecei a ficar em choke(pelo lado bom) nem tava pensando em nd, aí ela parou assim e perguntou se algm podia ver nois ali (agnt tava no terraço de casa) aí falei q n, mas q sepa era melhor nois ir pro sofa q aí ne, já ficava mais confortavel( eu sou mt burro) kkkkkkkkkkk ta, ai´fomos pra la, nisso eu ja tinha guardado o pau e tava mole já, e mano, voltamo a se pegar(po eu tava desaprendido 7meses em casa) pegação lá intensa, bão dms, ai´vacilei comecei a pensar na famosa broxada, passou um tempo ela tirou minha calça e começou o oral, e adivinha n fiquei duro, e eu acho ela gostosa, acho dms, n creio q esse seja o problema, n creio q o problema seja eu n ter atração por mulher, eu tenho sim, só acho q a pornografia me leva a ter uma rotina, um vício FUDIDO que faz eu me apagar a minha própria mão, a esse ambiente nojento da punheta e de tudo q ela envolve com a pornografia, mano, eu to muito puto comigo msm, pq JÁ SE PASSOU MAIS DE ANO Q TO NESSA MERDA DE SITUAÇÃO PODRE, MANO EU QUERO TER FILHOS UM DIA, EU QUERO TER ESSE PRAZER DE TRANSAR, EU QUERO TER ESSE PRAZER DE VIVER UMA VIDA TRANQUILA SEM TER Q ME PREOCUPAR COM PROBLEMAS DE BROXAR, EU SINTO UM DESCONFORTO TÃO GRANDE COM MEUS AMIGOS, QUE REALMENTE SÃO MEUS AMIGOS E DISCUTEM ABERTAMENTE SOBRE ISSO, MAS NGM NUNCA FALOU SOBRE BROXAR, ME SINTO UM INUTIL NESSE SENTIDO ESCREVENDO ESSE TEXTO. CARAS, EU N QUERO VIVER A VIDA TODA ASSIM KKK NEM FOODENDO, NEM FODENDO. Só quero resolver isso e parar de pensar tanto em coisa que é inútil, amanha ja devo cvs com meu psicologo a respeito pq n da mais, eu fico triste, sinto um vazio imenso em mim dps q isso acontece, se alguem leu até aqui, obrigado pelo o seu tempo, diga aí oq vc acha sobre, ou n tb, se que sabe, enfim, abraços e uma boa noite pra todos. :j
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2020.10.19 00:18 carrara21 Rompimento aos 31

Eu gostaria de desabafar isso. Minha namorada terminou comigo na quinta-feira e desde então estou completamente perdido e desmotivado. Namorávamos desde 2017 e sempre fomos super amigos e companheiros, na verdade achei que ela seria pra sempre. Por ter tanta confiança que ela era louca por mim, ao passar dos anos eu fui relaxando e aos poucos virando alguém que acabou por algumas vezes agindo como criança e sendo insensível. No começo da pandemia estávamos brigados e iamos nos ver para resolver tudo, mas como respeitamos quarentena o assunto foi se alongando. Nesse mes após furar algumas promessas de ir vê-la, chamei ela para conversar e ela disse que eu nao a amava mais, que seria melhor estar sem ela, que queria muito estar cmg mas nao acreditava mais. Por fim ela terminou, disse que sempre me teria no coração e que "acredita que algum momento nos iremos nos encontrar". Eu fiquei completamente arrasado, pois tinha muita confiança que daria certo. Estou a dias sem comer e dormir direito e de maneira alguma vou correr atras, sendo que eu que levei a bota. Esta uma dor fodida, nao sei oq fazer. Tenho 31 anos e me acho muito velho para recomeçar do zero. Me sinto sem esperança e apesar de conssguir viver o dia dia, eu sinto uma tristeza enorme. Nunca achei que fosse passar por isso, sempre fui um cara rodeado por mulheres, tenho várias me chamando pra sair e nao tenho vontade alguma, eu só penso na minha ex e na nossa história. Eu gostaria de agradecer quem leu ate aqui, me sinto mais aliviado por desabafar isso, mesmo que com estranhos. Valorizem suas mulheres, nao caiam nessa de "elas gostam de ser tratadas de maneira fria" demorei mto pra aprender e agora foi tarde.
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2020.10.18 23:09 tarot-cer La polémica carta de los Enamorados del Tarot y su significado

La polémica carta de los Enamorados del Tarot y su significado

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La carta de los Enamorados parece, por su nombre, que habla de una relación de enamoramiento pero es algo más que todo eso, habla de relaciones si, pero también de diversidad de opiniones, de reuniones, de dudas entre dos posturas, de amantes ocultos y de muchas otras cosas.
Quizás esta carta no confundiría tanto al novicio si se llamará simplemente, la carta del amor y las relaciones. Los Enamorados en el Tarot aluden a las decisiones que provocan la unión y la concordia entre las partes. Al compromiso con las personas, los objetivos y la vida para un trabajo en común beneficioso para todos cuando su influencia es positiva en la tirada.
Por el contrario, si su energía es negativa, habla de confusión, malos entendidos y conflictos. Lo que si esta claro es que es una carta de sociedad.
Por ejemplo, si el Mago precede a la carta de los Enamorados, ¿que creéis que nos estará indicando? Como sabréis, el Mago en el Tarot refleja la capacidad de actuar y de influir. Si esta influencia es sobre los Enamorados, esta combinación nos habla de una persona con capacidad de influencia social.
En estos días de tecnología y de la emergente profesión de comunity manager, podría ser perfectamente esta la combinación de cartas que nos reflejarán alguien que se dedica a esta profesión y que es verdaderamente bueno en su trabajo.
Evidentemente también podría reflejar a alguien con una gran capacidad de seducción pero como ves, no siempre es así.
Otra combinación curiosa es la de los Enamorados junto a la carta de La Luna. En este caso nos estaría hablando claramente de relaciones, tanto de amor como sociales en general, que se dan con motivos ocultos.
¿Recuerdas esa persona que a pesar de ponerte buena cara siempre te ha parecido que no era clara contigo y escondía algo?
Pues bien, aquí tienes una combinación de cartas del Tarot que te expondría perfectamente este hecho.
Los Enamorados y la Emperatriz por su parte, podrían hablarnos de una relación altamente pasional, pero también de una reunión de creativos que están preparando su nuevo proyecto, de una sesión de brainstorm para encontrar nuevas ideas para sacar un negocio adelante o simplemente, de un grupo de amigos que se dedica a la música y se han reunido para componer, (con éxito), su nuevo tema.
Los Enamorados pues es una carta social, una carta que nos habla de relaciones positivas, de relaciones negativas, de acuerdos sociales y de influencia, además de ser una carta que refleja claramente el deseo de tener pareja.
Esperamos que este breve artículo te sirva de ayuda para saber un poco más sobre el Tarot y recuerda que si lo deseas, puedes conocer esta carta a fondo en el artículo que hemos publicado en nuestro blog:
Los Enamorados Tarot
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2020.10.17 04:43 Qwerty360000 MADRE CON DERECHO QUIERE QUE LE DE LA CURA DEL HOMOSEXUALISMO

Hey, bienvenido :D
Contexto: Soy bisexual, por eso el nd de la otra histora queria que fuese su novio. Y cuando niños que sun lgbt por moda quieren ser mis novios les digo que soy hetero para alejarlos. Como la mascara de freddy en fnaf 2.
Elenco:
Ad: adololecente con derecho
Md: madre con derecho
Yo: coca de piña
Am: amigo idiota pero se lo quiere
(Mi novia no participo hoy, ella tiene un poder, predecir los dias que me encontrare con una md y ese dia dijo que asi seria)
Historia:
Am y Yo fuimos a comprar papitas para una juntada de 3 personas(nosotros y mi novia). Cabe aclarar que usamos alcohol y todas las medidas de seguridad.
Am: llevamos estas?
Yo: si
Ad: no llevemos estas
Yo: que?
Am: quien eres?
Ad: soy el novio de el
Yo: mmm no, soy hetero
Am: es verdad
Ad: y tu novia?
Yo: no vino
Am: esta en la casa de Yo
Ad: quien es yo?
Am: tu supuesto novio
Ad:se va corriendo a una ballena
(5 min despues)
Md: que le hicieron a mi bebesito bonito?
Yo: nada
Am: nada
Ad:llorando ellos me pegaron y me violaron
Yo: ni loco violo a un cara de perro
Am: se rie
Md: te reiste entonces eres su novio
Yo: pero soy hetero
Md: damela
Am: darle que?
Md: la cura
Yo: cura de que?
Md: de ser gaings(lo dijo asi)
Yo: la toco upps
Md:AAAHH ME CONTAGIO
Ad: mamaaaaa
Md: que paso mi reisito?
Ad: ahora que eres gaing, devo desite que, soy un gaing
Md: NOOOO
Am: que tiene de malo ser gay?
Yo: dimelo md
Md: agarra a su mocoso y se va sin antes decir: SERAN CONDENADOS AL INFIERNO................putos
Y se fue
No paso nada serio pero que algo bastante raro y queria compartirlo.
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2020.10.16 21:06 hinchadelatlas Car Rental Merida

Hola amigos de Yucatán.
Estoy buscando un servicio de renta de autos en MÉRIDA que no me saque un ojo de la cara como AVIS o HERTZ. (3500 MXN! / día)
Tengo que moverme por varios lados de la península, y Mérida será mi base. 2 semanas aprox.
No busco autos lujosos, solo que sean de 3 años o menos de antigüedad, compactos o medianos. Con seguro de daños a terceros, daños al vehículo o pérdida total.
Mi presupuesto es de 8000 MXN por las 2 semanas. ¿Puedo encontrar algo en ese presupuesto o de plano me resigno?
De antemano muchas gracias.
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2020.10.14 15:04 sexdolls10 ¿Vale la pena invertir en comprar una muñeca sexual de tamaño corto?

¿Vale la pena invertir en comprar una muñeca sexual de tamaño corto?
Cuando esté buscando comprar una muñeca sexual, se le presentarán numerosas opciones en línea, elegir entre las cuales puede convertirse en una tarea difícil y desconcertante. Si bien hay muchos factores en los que estaría reflexionando, uno de los más importantes es ¿qué tamaño de muñeca sexual debe comprar?
Al visitar una tienda en línea de muñecas sexuales femeninas, se encontrará con una amplia gama de opciones de tamaño, desde mini hasta altas y intermedias. Aunque hayas escuchado la palabra - muñeca sexual realista, estarías mirando una muñeca de tu altura, elegir una mini muñeca parecería algo diferente. Y así es.


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Bueno, ¿vale la pena invertir en una mini muñeca sexual o en una versión más corta? Analizamos los pros y los contras de las mini muñecas sexuales:
Pros:
Más fácil de llevar y esconder
El primer y principal beneficio que encontrará con una mini muñeca sexual es que también es más fácil de transportar y esconder (cuando la privacidad es una gran preocupación para usted).
Encendedor
Ser de tamaño corto también significa que la muñeca sexual sería más liviana, otro aspecto que hace que sea fácil de llevar y colocar donde quieras.
Más barato
Ser más corto significa que el costo de fabricación y diseño es menor para estas muñecas y, por lo tanto, estas muñecas sexuales son más baratas en comparación con otras muñecas más grandes. El presupuesto puede ser un factor importante para muchos, y para aquellos que encuentran una opción económica, la mini muñeca puede ser una buena elección.
Centrado en la fantasía
Muchas personas tienen fantasías y fetiches diferentes, y eso significa tener algo diferente a lo normal. La mini muñeca puede ser la elección correcta para muchas personas que las encuentran adecuadas para cumplir sus fantasías sexuales específicas.
Contras :
Tamaño poco realista
Obviamente, el tamaño de la mini muñeca no es realista y las hace diferentes a las de una persona real. Este factor siempre señalaría que no es una persona sino solo una muñeca.
Cara impracticable
Si observa una mini muñeca sexual, encontrará que la cara de la muñeca se parece más a una característica de anime / dibujos animados, y algunas de estas muñecas parecen ser demasiado jóvenes.
Sin apoyo emocional
Encontrar un compañero realista y realista en una muñeca es una gran razón por la que muchas personas invierten en estos. Una mini muñeca sexual no se acerca a eso y, por lo tanto, no brinda ese tipo de compañía.
Si bien existen pros y contras específicos de una mini muñeca sexual, comprarlos es una decisión individual basada en el interés y la preferencia de uno. Cuando esté buscando invertir en una mini muñeca sexual, asegúrese de buscar una tienda en línea confiable de muñecas sexuales femeninas que ofrezca calidad en sus productos.
Lee mas : https://www.siliconedolls24.com/es/sex-doll/sex-dolls/
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2020.10.09 19:12 PansitOou Call of Duty: Mobile - Nuevo Mapa: King

Call of Duty: Mobile - Nuevo Mapa: King
El mapa de King de Tiroteo está aquí, y es hora de demostrar tu derecho a gobernarlo. Este mapa icónico de tiroteo ayudó a lanzar el modo en Modern Warfare y ahora está disponible para celebrar el primer aniversario de Call of Duty: Mobile.
https://reddit.com/link/j830x0/video/cmiyt9e0p3s51/player
King es compatible con Tiroteo y Duelo 1c1. Revisemos los modos y luego analicemos estrategias y consejos para dominar el mapa.
Reglas de enfrentamiento: tiroteo y duelo 1c1
Si es la primera vez que juegas Tiroteo y Duelo 1c1, aquí tienes lo básico. Si ya eres un veterano experimentado, aquí hay un repaso rápido.
Tiroteo - 2c2
El primer equipo en ganar seis rondas gana el partido. Gana la ronda eliminando al equipo enemigo o capturando la bandera de horas extras. Cada ronda dura 40 segundos. Las horas extraordinarias duran 10 segundos. Todos usan la misma carga generada aleatoriamente, que cambia cada dos rondas. Las rachas de puntuación, las habilidades de operador y la regeneración de salud están desactivadas.
Duelo - 1c1
El medio definitivo para resolver una disputa. 1c1 es un enfrentamiento al mejor de tres, y cada ronda va al primer jugador en obtener siete muertes. Los jugadores eligen sus equipamientos para la primera ronda, pero en cada ronda sucesiva el perdedor de la ronda anterior elige la clase de arma que usarán ambos jugadores en la siguiente. Las rachas de puntuación y las habilidades de operador están desactivadas. La regeneración de salud está activa.
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Descripción general del mapa
King es un mapa simétrico construido en un piso nivelado con una plataforma central elevada y cubiertos (contenedores) a ambos lados. Algunos obstáculos brindan cobertura al aire libre, y cada engendro tiene dos perchas a las que los jugadores pueden trepar para tiros largos por los lados. Tres pasarelas cortan horizontalmente a través del centro elevado y una multitud de entradas y salidas adornan los caminos laterales.
El diseño es engañosamente simple, ya que los jugadores pueden moverse muy rápidamente de un lado del mapa al otro, y hacia arriba y alrededor de la plataforma central. Las muertes son rápidas en algunas rondas, ya que los jugadores se mueven hacia arriba para enfrentarse directamente al equipo contrario, mientras que en otras es posible que te encuentres en una persecución, preguntándote si el enemigo está arriba, abajo o bajo la cubierta de uno de los contenedores laterales. Mantén tus sentidos agudos y encuentra la marca: convierte al cazador en perseguido.
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Estrategias
Al igual que con otros mapas pequeños, es útil realizar una panorámica de su movimiento de apertura en cada ronda. Si estás jugando a Tiroteo, toma una decisión rápido y usa el micrófono para informarle a tu compañero de equipo tu plan. Estos son algunos de los movimientos de apertura más comunes:
Muévete directamente para participar. Muévase hacia las cajas en el costado o salte a la plataforma de tiro en su spawn, una táctica favorita cuando se usan armas de largo alcance. En esta apertura, esperas detectar al enemigo en los primeros segundos de la partida, listo para enfrentarse a él desde detrás. Muévete si no ve a nadie desde el principio; de lo contrario, corre el riesgo de convertirse en un blanco fácil para su ataque de flanco.
También puedes correr directamente hacia la plataforma central y hacia el engendro enemigo, en un intento de usar la ventaja de altura para conseguir una muerte temprana. Solo tenga en cuenta que cuando cruce el medio de la plataforma, su vista está obstruida. Prepárate para enfrentarte a un jugador enemigo que haga lo mismo, a quien a menudo no verás hasta que estés uno al lado del otro.
Otro movimiento de apertura es la fiebre de los contenedores. Elija un lado y corra hacia abajo en los primeros segundos, luego salga a su engendro y comience a trabajar. Al igual que con la plataforma central, existe la posibilidad de que te encuentres con un jugador enemigo haciendo lo mismo a la mitad del contenedor, así que prepárate para responder en un instante. Independientemente de las tácticas que utilice, cámbiela de ronda en ronda. Las tácticas predecibles pueden significar un final rápido para tu carrera.
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Los 5 mejores consejos
  1. Quédate y muévete. El diseño de King hace que sea fácil moverse de un lado a otro por el mapa, ya sea que esté atravesando un pasaje intermedio, un túnel lateral o hacia arriba y sobre la plataforma central. Si bien no quiere correr como un pollo sin cabeza, tampoco debe permanecer tercamente quieto o corre el riesgo de ser flanqueado. Elige un lugar, busca el movimiento del enemigo y luego sigue adelante.
  2. Horas extras de tiroteos. Cuando te encuentres en una situación en la que no puedas encontrar al enemigo y no quieras exponer innecesariamente tu posición, muévete al paso subterráneo del medio donde aparece la bandera de horas extraordinarias. Solo tenga en cuenta que los jugadores enemigos pueden estar mirando el área, así que pise con cuidado.
  3. Auriculares para el duelo. En 1c1 habrá más situaciones en las que tú y el enemigo realicen diferentes movimientos de apertura para terminar en un juego del gato y el ratón. Use audífonos, o suba el volumen, para estar mejor preparado para escucharlos acercándose a su posición, lo que le brinda una apertura vital para responder.
  4. Maestro de armas. Esté preparado para participar sin importar la clase de arma proporcionada. Todos tenemos nuestras configuraciones favoritas, ya sean pistolas que disparan subfusiles o el rifle de francotirador más táctico y preciso, pero ganar la ronda significa usar lo que tienes. Si sigues siendo noqueado en rondas con una clase de arma en la que no has practicado, haz un equipamiento y practica en otros modos multijugador. La próxima vez que cargues Tiroteo o Duelo1c1, estarás listo para cualquier cosa.
  5. Dispara desde la cadera. Se prefiere la precisión, pero a veces es necesario hacer el trabajo rápido y sucio. En aquellas situaciones en las que doblas la esquina y te encuentras cara a cara con el enemigo, dispara desde la cadera y ataca para convertirte en un objetivo más difícil mientras lanzas al enemigo y tomas la ronda.
¿Cuándo sale King?
Este nuevo mapa especial, llegara en la próxima temporada como parte del aniversario, concretamente el 22 de Octubre.
Estad atentos para mas noticias y preparados para luchar en este nuevo mapa 💪
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2020.10.09 12:08 Sentient_Flesh Brevísima guía de cómo hacer una serie española.

¡Hola! soy Sentient_Flesh , me recordaréis por fantásticas las obras tanto informativas como humorísticas Cultura general, así como por mi longeva trayectoria shitposteando en este mismo sub
Hoy se me ha apuntado con una pistola en la cabeza pedido que os haga una guía sobre, bueno, lo que pone en el título. Cosa que no está para nada inspirada en el trailer de ninguna producción que vaya a salir en un futuro cercano, para nada...
--Paso I: Concepción y creación--
Bueno, pongámonos en situación, digamos que sois un productor o productora de alguna empresa que se encarga a la creación de productos audiovisuales serializados para televisión, y vuestro jefe anoche mientras estaba hasta las cejas de cava y os ha encargado que hagáis una serie sobre alguna cosa histórica, porque ese género siempre funciona.
Problema, no tienes ni puta idea de historia y la gente se está empezando a cansar muy fuerte de que el mercado esté hasta arriba de cosas de la segunda república y el reinado de Paquito Presas, así que veamos, hum, cuál puede ser lo mejor para una serie de historia... Bueno, tampoco importa mucho, ni siquiera que sea algo real, conque esté ya escrito para que el guionista ni haya de trabajar.
Vale, lo siguiente es pillar a los actores, nos harán falta un protagonista y varios secundarios, lo segundo está claro, serán o actores poco conocidos (cuanto mas caché nos ahorremos mejor) o alguno que ya haya salido de fondo en series de este estilo, y de protagonista... meh, con que cojas a alguno que ha tenido una serie de gran audiencia hace relativamente poco nos basta, no hace falta ni que sepa actuar. Ale, ahora se les ponen disfraces varios, afortunadamente de calidad y que quedan bien en pantalla (a la autenticidad que le den por culo).
--Paso II: Rodaje--
Una vez llegues a los sets, que pueden ser campo abierto el 90% de las veces o alguna habitación cualquiera que tengas por el estudio, el director se puede poner a trabajar una vez haya un par de cosas claras.
Primero, el escenario debe de estar o tan brillante que parezca el centro de Sevilla a mediodía, o que no se vea una mierda. Estamos yendo a por una obra muy seria, madura e interesante, por lo tanto, lo que el espectador pueda ver de la escena nos la suda.
Luego, sobre los actores, la principal dirección es que hablen tan bajo que los espectadores tengan que subir el volumen, porque le hemos pagado buenos dineros al compositor para que ponga un poco de piano por aquí y unos violines muy bajitos por allí, y tiene que oírse sobre los diálogos. La otra gran dirección que hay que dar es que bajo absolutamente ningún concepto se les ocurra vocalizar. Si el espectador se entera de lo que están diciendo es mucho mas sencillo encontrar los agujeros de guion. Aparte, escenas de sexo, muchas, todo lo que podamos enseñar, eso significa madurez y las series buenas americanas lo tienen, si interrumpen lo poco de historia que haya, bueno, habrá algo de audiencia igual.
--Paso III: Hay que editar--
Tiradísimo, métele a todo un filtro gris, que quede oscuro, y por tanto interesante. Además quítale mas iluminación a las escenas normales y súbesela a las mas ligeras que haya hasta el punto donde casi parezca que los personajes tienen un foco en frente del rostro. Y ya. Lo dicho, está tirado.
--Paso IV: Publicidad--
Vale, esta es muy fácil también, aunque depende un poco de la cadena donde se vaya a emitir, en general con que pongas las caras de los actores ya caracterizados y el título de la serie junto a alguna frase que no tiene ni por qué ver con lo que pasa en la trama la cosa ya estaría. Ejemplos:
En los anuncios, pon simplemente escenas sueltas de episodios sin ningún orden, con que digan así un poco el nombre del protagonista al final basta. Eso sí, asegúrate de que lo haga algún personaje femenino, que eso posiblemente venda.
--Parte V: Profit.--
Tu serie seguramente no la vea casi nadie en antena porque la televisión tradicional se está gradualmente muriendo, por lo que te van a cancelar la serie. Pero mira, por lo menos no te han despedido y has aprendido la lección de no confiar en el puto borracho de tu jefe. Es un win-win si me preguntas a mí.
Eso es todo. Ya sabes cómo hacer una serie española de historia. Nos veremos nunca porque hacer algo como esto es muy cansino en la proxima breve guía. ¡Hasta entonces!
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2020.10.08 18:05 Escrithor El hambre

Sus pupilas están dilatadas, su corazón desbocado, jadea como perro mientras corre entre piedras filosas y varillas de metal, está cubierta de cortadas y moretones. Con su mano izquierda se aferra al niño, él no entiende más que hay algo muy malo pisándoles los talones; llora como poseído, pero sigue avanzando, en el fondo sabe que si se detiene no verá el amanecer.
Bruuuummmmmm. El rugido de los motores hace eco entre el escombro humeante. Vienen por ellos.
Lizef recordó cuando tenía la edad del niño, cuatro o cinco años máximo. Fue cuando empezó todo. Su sala era un caos en toda la extensión de la palabra, había juguetes regados por todas partes, era imposible caminar sin tropezarse. Ella y su hermanita jugaban a hacer ropa para sus muñecas, específicamente sombreros, hechos con frambuesas; Yva era una bebé, todavía no hablaba, traía puesta una camiseta, sin pantalones, porque los había ensuciado y lo único que ella tenía claro es que le gustaban las frambuesas.
-Ya deja mis somberos Yva, no son comida. - había dicho Lizef con la voz más severa y adulta qué pudo.
Yva se asustó y empezó a llorar; su mamá llegó corriendo y la levantó en brazos, estaba toda embarrada de frambuesa.
-Ay, mi vida- dijo mamá abrazando a la pequeña. - No pasa nada. -
-Mamá Yva me está molestando, se está comiendo los sombreros de mis muñecas. - protestó Lizef.
-Ah que niña tan traviesa, se va a enfermar de comer sombreros ¿verdad? - dijo levantando a Yva frente a su cara.
-No quiero que se enferme Yva, yo la cuido porque soy su hermana mayor y ya soy niña grande.- dijo Lizef consternada- Pero no quiero que se coma los sombreros de mis muñecas.-
-Yo creo que pueden usar los sombreros un ratito, y luego... ¿ya nos los podemos comer no? - dijo su mamá metiéndose una frambuesa en la boca. - Es que tengo hambre, y no sé... Cuando me da hambre, no me controlo... me vuelvo loca... Me dan ganas de... ¡HACERLES COSQUILLAS A LAS NIÑAS! ¡AHHHHHH!
Se les lanzó encima y las niñas gritaron, rodaron por el suelo abrazándose, se reían a carcajadas; así las encontró su papá que regresaba de trabajar. Cansado y ojeroso se dejó caer sobre un viejo sillón, se sacó un caballito de madera de atrás de la espalda y lo tiró hacia una pila de otras figuritas; Lizef corrió a abrazarlo, le saltó encima y le sacó el aire, el la abrazó sonriendo y le besó la cabeza; aún puede oler su perfume de lavanda, sentir su calor... Justo en ese momento sonó una alarma. La bebé empezó a llorar, sus padres intercambiaron una mirada sombría, de pronto escucharon una explosión terrible, la pared se volvió el suelo, sus juguetes se hicieron pedazos. Fue el día del cataclismo.
Millones de personas vivían en la ciudad, todos perdieron sus hogares de la noche a la mañana. Había incendios e inundaciones, grandes cráteres y grietas, por todas partes aparecían socavones que se tragaban casas enteras. Intentaron salir de la ciudad y contactar al resto de su familia, fue imposible. Su casa era una ruina total, tuvieron que abandonarla; el olor a humo y carne quemada era insoportable. El primer año fue difícil, un verdadero regreso a la prehistoria; vaciaron rápido los bosques, la tierra estaba quemada y nada crecía; poco después llegó la hambruna, entonces empezó la verdadera pesadilla. Lizef jamás pensó que se atrevería a comerse una rata, en su nueva normalidad eran manjares. Nunca sabes lo que eres capaz de comerte hasta que verdaderamente tienes hambre. Quizá así empezaron los Manor rojas... todos habían escuchado rumores pero muy pocos los habían visto; el papá de Lizef decía que no existían. Estaba muy equivocado...
Habían salido a los lindes de un bosque que empezaba a reclamar la ciudad, Lizef caminaba distraída, hambrienta, jugaba con el pequeño caballito de madera qué su padre había logrado rescatar del Cataclismo, ahora era su único juguete. La mano de su padre en su pecho la detuvo, volteó a verlo y le hizo una seña para que guardara silencio, encontraron rastros de un conejo, quizá podrían comer algo más que insectos ese día. Acecharon a su presa entre árboles y ruinas, en un momento pisaron una roca suelta y resbalaron por una ladera, su papá se cortó la pierna con una varilla oxidada, Lizef estaba asustada, pero él se vendó con un pedazo de tela y siguieron adelante; en ese momento solo importaba la cacería. Encontraron al conejo en un claro, mordisqueando unos tréboles bajo un gran mezquite, era un animalito de pelaje dorado, con los ojos negros y brillantes; Lizef no quería matarlo, hubiera preferido mil veces tenerlo de mascota que de comida, pero el hambre manda. Traían una resortera hechiza que fallaba más de lo que acertaba, su padre tomó una piedra de río, suave y redondeada, la colocó en la badana y tiró hacia atrás hasta tensar las ligas de caucho, respiró profundo y soltó; la roca voló zumbando hasta el claro y se estrelló de lleno contra la cabeza del animal trazando una línea de sangre sobre el árbol, cuando se acercaron todavía se espasmaba, él lo tomó con una mano y con un movimiento rápido y brusco le quebró el cuello. Suertudos, hoy van a cenar.
Conforme avanzaron hacia la casa escucharon un ronroneo, cómo si un gigantesco tigre gruñera a lo lejos; eran motores, motocicletas. Brrrrrruuuuuummmm, brrrrummm, brrrrruuuuuummm. Sonaban distantes, parecían estar cerca de su refugio. Lizef cargaba al conejito manchado de sangre en sus brazos, lo acariciaba encantada con la suavidad de su pelo, todavía estaba tibio; trataba de enderezar su cabecita, se sentía terrible por haberlo matado, las lágrimas rodaban por sus mejillas.
Al llegar a su refugio, reinaba el silencio. Siempre qué regresaban de buscar comida, Yva corría a recibirlos, hoy no... No había nadie ahí, solo encontraron la ropa de su mamá, desgarrada y amontonada en el suelo, manchada de sangre. Su padre la abrazó con fuerza, de su hermana no había ni rastro; únicamente quedaba una hoguera moribunda, entre las cenizas había pedazos de hueso, las paredes estaban llenas de huellas de manos manchadas con sangre, manos rojas... Marcas de llantas surcaban el lodo ensangrentado como cicatrices. Habían llegado los motores rugiendo bajo como bestias hambrientas y habían devorado todo.
Lizef y su padre lloraron juntos sin decir una palabra, ese día contemplaron de frente el rostro indiferente de la muerte; algo se rompió en su corazón, quedó un vacío, una herida que jamás sanaría completamente. Tomaron lo que pudieron y abandonaron para siempre ese lugar maldito, tenían que encontrar un nuevo refugio. Su padre insistió que estuviera en alto, para "controlar mejor el terreno"; cuando lo encontraron hicieron ahí una fogata dentro de un tambo de metal vacío. Una vez despellejado el animal, lo clavaron en una varilla y cenaron conejo a las brasas; durmieron sin hambre por primera vez en semanas. Lizef soñó con los motores, iban por ella.
Trataron de seguir las huellas de llantas, no podían aceptar que las habían perdido, pero en el fondo ambos sabían que era imposible encontrar a los Manorrojas, ellos te encontraban a ti. Vagaron por unos días cuando él empezó a quejarse de dolor de garganta, la herida en su pierna se veía roja e hinchada; poco después ya no podía abrir la boca, apretaba los dientes, los enseñaba como si se burlara, parecía que se le iban a quebrar; hasta el día de hoy Lizef ve esa sonrisa en sus peores pesadillas; pronto tuvieron que detenerse, su papá ya no podía caminar; empezó a tener ataques, el más mínimo ruido los desencadenaba, caía al suelo y se arqueaba, se retorcía de dolor como una babosa en un montón de sal, siempre con esa horrible sonrisa, gritando entre dientes y espuma. Un día fue peor que los anteriores, arqueó la espalda, apretó los dientes tan fuerte qué tronaron haciéndose astillas y solo se contracturó más, poco a poco fue dejando de respirar, y quedó ahí rígido en un charco de baba espumosa. Lizef estaba destrozada, se quedó contemplando el cuerpo, sin saber si estaba vivo, pasó horas ahí, llorando a gritos hasta sentir la garganta en carne viva, cuando una mosca se paró en uno de los ojos lechosos del cadáver tuvo que aceptar que estaba muerto. Quería abrazarlo, estar con él, enterrarlo, hacer algo, pero a lo lejos escuchó motores qué se acercaban, Lizef apretó el caballito de madera en su mano y abandonó a su padre. Estaba sola.
Eso fue hace mucho tiempo, era una niña de siete años; ahora ya es grande; tiene nueve, por eso cuando encontró al niño supo que tenía que cuidarlo y que nunca lo dejaría solo, cómo a su mamá y a Yva, o a su papá... No podías quedarte quieto en ese mundo, así que Lizef siguió moviéndose, sobreviviendo, eso es lo que hacía. Llegó a un enorme edificio semiderrumbado, parecía haber sido un hotel, había auras volando en círculos en el cielo; muerte, quizá comida. Siguió a su nariz, solo esperaba que lo que hubiera muerto ahí no estuviera completamente podrido. El olor era más fuerte en un salón amplio lleno de escombro, ahí estaba el cuerpo de una mujer, hinchado y amoratado, cuando se acercó una figura saltó chillando de entre las ruinas, haciendo qué se tropezara y cayera. Un niño pequeño abrazaba el cadáver con una mirada feral clavada en Lizef.
-Hey.- Lo saludó. -Todo está bien, me llamo Lizef. No te preocupes, no muerdo. - Le sonrió al niño extendiendo su mano, ambos eran un desastre de pelo enmarañado y mugre.
La mirada del pequeño se suavizó, pero seguía aterrorizado. Titubeaba sin separarse del cuerpo. Lizef sacó el caballito de madera y lo puso sobre el suelo, le sonrió. El niño se levantó lentamente sin decir una palabra y tomó el juguete, le daba vueltas en sus manos completamente hipnotizado. Lizef se acercó.
-¿No hablas mucho verdad?-
-... - Él solo la miró en silencio. Estaba roto por dentro, tenía los ojos hinchados de llorar.
-Todo está bien-- le dijo abriendo sus brazos.
El pequeño se soltó llorando y la abrazó. Desde que su padre había muerto Lizef no había tocado a otra persona, sentir el cuerpo huesudo del niño temblando como conejito en sus brazos, su calor... Lizef estaba encantada, ya no estarían solos.
Fue una lucha separar al niño del cuerpo putrefacto. Lizef entendió, a su edad quizá hubiera hecho lo mismo. Poco a poco lo convenció de salir, hacía que todo fuera un juego; primero fue buscar rocas para protegerlo de los animales, luego ir a recoger flores para colocar sobre la tumba, un día un ramillete amarillo, otro día morado, blanco; flores no iban a faltar. Lo que si faltaba era comida, ambos estaban en los huesos después de más de una semana de no probar bocado... Un día los despertó un ruido lejano, motores, y se acercaban; Lizef sintió qué se le encogió el corazón.
-Tenemos que irnos. ¿Escuchas eso? - le dijo tomando sus hombros y viéndolo a los ojos.
El niño asintió con una mirada triste. Brrrrrruuuuuummmm, brrrrrruuuuuummmm. Bramaban los motores en la distancia.
-Bueno, pues... Vamos a jugar un juego.- dijo Lizef haciéndose la valiente. - Si nos alcanza ese ruido, perdemos. ¿Si? Tenemos que correr muy rápido y no podemos detenernos hasta que yo te diga. ¿Entiendes?-
Los enormes ojos del pequeño se llenaron de lágrimas,pero asintió otra vez con la boca temblorosa. Lizef tomó su mano y empezaron a correr.
El niño se tropieza y se raspa la rodilla. Llora. Lizef lleva un dedo a sus labios, sin detenerse, siempre moviéndose.
-¡Shhhhh!- le dice al niño lo más quedito qué puede. Él la mira con los ojos pelones, empapados de lágrimas, solloza asustado, pero sigue. Buen niño. Ya dejaron bien atrás el hotel.
Brrrrrruuuuuummmm, brrrrummmmm, BRRRRRRUUUUMMMMM. Les pisan los talones, se detienen un momento, Lizef está segura que los Manorrojas encontraron el lugar donde habían estado viviendo; también el cuerpo, quizá si hubiera estado en mejores condiciones se entretendrían un rato, pero estaba completamente podrido. Los vio en su mente, todos cascos, cuero, clavos y hambre y muerte; al ver las flores frescas sabrán que alguien acaba de ponerlas ahí y que no pueden haber ido lejos. Los están buscando, lo sabe. Lizef ha logrado evadirlos varias veces, su mejor opción es caminar entre el escombro para no dejar huellas; tiene ampollados los pies, respira agitada pero no pueden parar. El cielo está color de plomo, ahí viene el agua y parece que va a estar fuerte. Agarrados de la mano se arrastran hasta un edificio de dos pisos con tres paredes casi intactas y un área techada arriba, no se ve muy estable... Hay un colchón enmohecido recargado en una esquina, podrían esconderse debajo; es un refugio perfecto, quizá demasiado perfecto, parece que lo movieron hace poco, podría haber alguien ahí... Podría ser una trampa... BBRRRRRRRRUUUUUMMMMM. Están sobre ellos, tienen que tomar una decisión a la de YA. Encuentran una pared cubierta de hiedra y la escalan hasta el segundo piso, llegan a una recámara, parece que era de una persona mayor, las paredes están llenas de fotos mohosas y despintadas; está partida en dos, el piso de tablas está lleno de hoyos; apesta a humedad, a madera esponjosa y podrida; hay un ropero desvencijado, lotería, es un escondite ideal; quizá tengan aún más suerte y encuentren polillas dentro; su estómago gruñe, hace días que no prueba un bocado. Toma al niño de la mano y se encierran dentro; está repleto de abrigos y zapatos, las pieles mohosas los sofocan mientras los tablones del fondo crujen bajo su peso. ¡BBBRRRRRRRRUUUUUMMMMMM! Los motores se acercan cada vez más; un relámpago ilumina su mundo desde las grietas del armario ¡KHROOOOMMMMMMMM! el cielo ruge y tiembla la tierra en lo profundo, vibra el aire y empieza el diluvio. El niño lloriquea, es un desastre de mocos y lágrimas; Lizef lo acaricia. De pronto... Siente qué la jalan del hombro, se queda sin aliento, siente un vacío en el estómago; su ropa se enganchó en un clavo oxidado, la sonrisa maldita se dibuja en su mente. La lluvia es enosordecedora, ayuda a ahogar el llanto del pequeño, pero no les da la más mínima paz; los motores se mezclan con el bramido de la tormenta, no saben donde están los Manorrojas. Tiene la piel de gallina, ambos tiemblan. Está aterrada, intenta no demostrarlo, tiene que ser valiente, es prácticamente una adulta. Ambos sudan en la oscuridad del ropero, el niño convulsiona aguantando el llanto. Ella le besa la cabeza, una mata de pelo empapado y mugroso, no lo suelta. Siente un nudo en la garganta, tiene los hombros tensos, aprieta al niño con todas sus fuerzas. Le duele la cabeza de hambre, su estómago gruñe.
-Shhhh- le dice muy bajito. -No nos van a encontrar, yo siempre me les escapo, y tú estás conmigo, o sea que no nos van a encon... - El armario se llena de luz y una explosión los deja sordos. ¡¡¡KHHHHRRRRRRRROOOOOOOOOOOOOOMMMM!!!
El estruendo les deja zumbando los oídos. Cayó muy cerca ese rayo. Al niño se le sale un chillido. Lizef le tapa la boca desesperada. Por favor, por favor, por favor, que no hayan escuchado.
Cada segundo es eterno, la tormenta los azota sin piedad, avienta el viejo armario contra la pared como si fuera de juguete, casi lo deshace, casi. Escuchan los alaridos del vendaval desde su escondite, desde su prisión. Poco a poco se agota la tempestad y el viento aullando se lleva la lluvia. Van brotando los sonidos a su alrededor, y no hay motores, estaban demasiado cerca. Escuchan ruidos abajo, parece que arrastran algo. Forcejeo. Una mujer grita, es un grito horrible. A Lizef se le salen las lágrimas. Escucha risas. Los gritos se convierten en llanto. Se escucha que desenvainan algo, el chirrido de metal contra metal. La mujer que gritaba ahora suplica.
-No... Por favor... Nononono.. No- se escucha un golpe seco, algo salpica, otro grito, carcajadas. De ahí en adelante no paran los gritos hasta que paran los golpes, huele a sangre y gasolina. Se siente calor y se ve una luz amarillenta por una ranura en el piso del closet. No pueden mover un músculo, cualquier movimiento en falso los delataría. Los manorroja hablan entre ellos en su idioma extraño. Empieza a oler a carne, a grasa quemada, Lizef se odia por lo que despierta en ella ese olor, pero se está muriendo de hambre, siente el gruñido de las tripas del niño. Lloran en silencio. Cada vez que inhala, Lizef siente que tronarán las tablas y los descubrirán; a lo mejor ya los descubrieron y solo están jugando con ellos. Las carcajadas qué escuchan les hielan la sangre. No tiene idea cuanto tiempo ha pasado, solo sabe que es demasiado. Escuchan ruidos abajo... se están levantando; se eleva una nube de humo, apagaron la fogata. Ni siquiera a los Manorroja les conviene llamar tanta atención en las ruinas, no son los únicos depredadores hambrientos ahí. Por lo pronto, parece ser que el resto de su cena será para llevar. Lizef puede saborear su libertad. BBBBRRRRRUUUUM BBBBRUUUUM, BRRRRUUUuuuuummmm... De nuevo suenan los motores, se alejan. ¿Será una trampa? Esperan un rato, inmóviles, en silencio. Están abrazados llorando, hay una quietud extraña; Lizef lo logró de nuevo, es momento de salir, se acabó la pesadilla. Tienen que buscar donde pasar la noche, ahí huele a comida, es peligroso, también deben encontrar algo de comer, pero ya mañana será otro día. Se miran y sonríen, el niño se agarra de un abrigo para levantarse y tira el travesaño; lo golpea en la cabeza, cae junto con todos los abrigos y el suelo podrido del ropero se hace astillas, lo mismo pasa con todo el edificio qué se derrumba en un socavón entre una nube de polvo y escombros, llueven pedazos de piedra y ladrillos. Todo se pone negro.
Lizef abre los ojos al sentir el sol en su cara, parece que le dieron un hachazo en la frente, tiene una herida profunda qué aún sangra y no la deja abrir el ojo izquierdo. Está mareada y huele a vómito. ¿Qué pasó? ¿Dónde está el niño? Está en una caverna inundada, alcanza a ver el hoyo por donde cayeron, por ahí entra algo de luz. No hay plantas, no hay animales, no hay manera de salir, solo sombras. Cojea alrededor, hay pedazos de madera y ropa cubierta de polvo regados entre el escombro. ¿Qué es eso debajo de un abrigo? Parece un pie...
Sacude el polvo y levanta la tela. Se cubre la nariz y la boca con la mano. El olor a fierro es abrumador, es húmedo y sofocante. Casi se resbala, se da cuenta que está parada en un charco de sangre coagulada, se siente como gelatina a medio cuajar. Ahí está acostado él, se ven sus brazos pálidos y tirantes, tiene los ojos abiertos, respira con dificultad, sus labios están blancos, boquea como un pececito fuera del agua; el travesaño niquelado del qué colgaban los abrigos brota de su pecho cubierto de sangre, Lizef agarra su manita y la aprieta. Le canta, no sabe si la escucha, pero le canta entre sollozos. Acaricia su cara, está helada. El niño trata de decir algo pero se atraganta y vomita un coágulo negro. Lizef llora a gritos, ya no le importa si la escuchan, le duele existir, todo está mal, el mundo da vueltas y otra vez todo se vuelve oscuridad.
Cuando vuelve en si, él ya no se mueve, sus ojitos están opacos, lechosos, sin brillo... Muertos. Sigue sintiéndose mareada, pero su cabeza ya no duele tanto; tiene que encontrar una salida. No puede ni moverse, está deshidratada, ni siquiera tiene lágrimas ya. Se arrastra hacia un charco y da unos sorbos de agua, a un lado suyo hay una figura familiar, el pequeño caballito de madera decapitado y sin una pata. Ve borroso, sus ojos no enfocan, ella misma está muriendo. Se desvanece otra vez en una bruma de hambre y dolor.
Cuando abre los ojos de nuevo le lastima la luz, tiene fiebre, perdió la noción del tiempo, tiembla; el cuerpo empieza a descomponerse... Si no come algo pronto lo acompañará. No tiene fuerzas ni siquiera para gritar. Dando tumbos llega de nuevo a su lado. Siente qué algo la observa en la penumbra, más que nada siente una vergüenza insoportable. Él ya no está ahí, él está muerto; ella está viva... Piensa en sus padres, en su hermanita. Abre lentamente la boca, acerca sus labios secos y agrietados a la carne muerta frente a ella y se entrega al hambre.
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2020.10.07 01:14 CedMy11 Madre con derecho en acapulco se enoja porque me senté donde según se iba a sentar con su ángel y se la lleva la poli por intenta de agresión

Bueno esto paso en agosto de 2019 si en ese mes es mi cumple perdón si escribo mal estoy en mi tablet
Elenco
MD: madre con derecho
P: mi papá
AB: mi abuelita que le llamo yeye
Bueno fuimos a un tianguis "son como puestos de electrónica comida dulces etc.
Me senté en un banco y veo que se acerca una señora nuestra madre con derecho
(Se me olvidó mencionar es muy corta porque pasó de volada esto vivo en México por eso hablo así xd)
Me digo que me senté en su banca dónde quería sentar a su guagua el ND: niño con derecho
Y me di cuenta que la madre con derecho llegó después de que yo llegara y ya sabía que era mentira
Entonces la madre con derecho dice "Déjame sentarme ahí o te doy un zape en la cabeza (un golpe en la cabeza)
La ignore y seguí jugando porque había otro banco al lado entonces me dice "Déjame sentarme o tu celular será de mi guagua ND
Y le dije "Señora hay un banco donde se puede sentar con su niño" y me dijo" "Me vale madres" me voy a sentar aquí
El niño con derecho dice "Si me voy a sentar aquí porque el tianguis me pertenece" El tianguis era libre así que no tenía dueños
Entonces la madre con derecho me quita el celular y me pega en la cara y yo lo esquivé y mi papá dice
"HEY NO LE PEGUE A MI HIJO QUE LE DOY UN DERECHAZO EN LA CARA Y DEVUELVA ESE CELULAR"
Y mi papá se levanta y le pega y le quita el mi celular y lo guarda en la bolsa del pantalón
Y la madre con derecho me intenta llevar a la calle para que me atropellen y mi papá la detiene y la tira al suelo
Y se levanta y me da un DERECHAZO en la cara y mi papá llama a la poli y 1 minuto después (porque al lado de la calle había una estación de poli
Llega y pregunta "Que pasa aquí? Y la madre con derecho dice ESTE NIÑO ME INTENTO ROBAR MI BOLSA Y INTENTO SECUESTRAR A MI GUAGUA Y yo digo Eso no es ver y me corta la señora y el poli dice "Señora dejé hablar al niño" y digo que vea las cámaras de seguridad había una en una farmacia que estaba al lado del tianguis que tenía una justo apuntando a nuestra banca y tenia micro así que la madre con derecho dice "CON MIS PRUEBAS SON SUFICIENTES NO HACE FALTA QUE LAS VEA" pero el poli no hizo caso y las vio y la madre con derecho se puso blanca y cuando las vieron el poli le dijo a la señora "Señora está bajo arresto por agresión de menor y pruebas falsas (no me acuerdo lo que dijo según dijo eso) Se la llevan y el poli dijo que tenía 2 cargos más por lo mismo y está en prisión por 5 meses yo veo que ya está de nuevo molestando y colorín colorado este cuento de madre con derecho se a acabado (se me olvidó decir me la volvi a encontrar pero la Vi desde la ventana de mi csa) ahora sí hasta la próxima
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2020.10.05 21:37 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.10.02 21:09 innogialuronGel Inno Gialuron

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2020.10.02 06:24 gaelsibriaome Sincronicidade e coisas estranhas: esquizofrenia ou coincidências?

Acabei de ter a ideia de postar isso aqui, para ser exato, exatamente às 00:51. Então... Vou tentar falar da forma mais resumida possível, quem sabe alguém passa ou já passou por situações parecidas... Eu sou um cara (tenho 25 anos) um pouco cético quanto a algumas coisas, sempre procuro buscar um equilíbrio entre a ciência e a espiritualidade. Mas existem umas coisas que simplesmente não conseguimos explicar. Em 2018 eu tive, digamos, uma saída da realidade, uma explosão de pensamentos intrusivos e eu só conseguia pensar em certas coisas que eu passei a perceber ao meu redor. Números, sinais, palavras... Enfim, eu ficava pensando nas conexões entre várias coisas, como se fossem mensagens do "além" ou o universo tentando me falar coisas. Esses pensamentos intrusivos não me permitiam fazer mais nada, eu até larguei a faculdade pois não conseguia mais estudar. Por conta própria procurei ajuda psiquiátrica. Comecei a tomar dois remédios (Risperidona e sertralina), no fundo eu achava que a psiquiatra desconfiava de esquizofrenia e fiquei pensando nisso por mais dias e dias... Enfim, em duas semanas tive uma virada maníaca e tive de trocar as medicações até achar uma adequada. Depois de meses, fui diagnosticado com TOC (transtorno obsessivo compulsivo), ansiedade generalizada e transtorno bipolar. Hoje, eu tomo apenas um antidepressivo e um estabilizador de humor. Mesmo assim, eu continuo percebendo certas coisas... Mas simplesmente não fico pensando o tempo todo nelas. Definitivamente, apesar desses "diagnósticos" e da medicação que infelizmente preciso tomar, eu não acho que estou louco ou coisa do tipo. Eu PERCEBO muitas coisas e em duas ocasiões eu cheguei a "prever" acontecimentos. Vou relatar alguns: Dias antes de um avião cair no bairro Caiçara (aqui em BH), eu comecei a pensar muito em aviões, inclusive comecei a assistir uma série chamada Lost (no primeiro episódio há uma queda de avião) e eu também ouvia a palavra "Caiçara" em vários lugares. Tipo, eu passava na sala justamente na hora em que o telejornal falava sobre o bairro Caiçara, estou no supermercado e uma mulher fala "Caiçara", até em casa minha avó comentou com minha mãe que uma fulana se mudou pro bairro Caiçara. Eu até comentei que era a 5ª ou 6ª vez que ouvia essa palavra no MESMO DIA. Eu notei isso pois não era comum ouvir essa palavra e de repente, ela me aparece em todo lugar... Deixei pra lá. No dia seguinte, um avião cai no bairro Caiçara, matando 3 pessoas. Ok, engoli aquilo como se fosse uma coincidência (para não ficar pirando nisso). Mas até minha avó se lembrou e me falou "E ontem cê tava falando que tava ouvindo muito do Caiçara". Ok, fiquei um pouco encucando, mas não pirei no assunto. Talvez fosse só uma coincidência. Em novembro do ano passado, fui limpar a parte de cima do meu guarda-roupa e como tava com muita poeira e pra evitar crise alérgica, comprei uma máscara descartável na farmácia por apenas R$0,25 centavos. Limpei tudo, não ficou um rastro de poeira e sem espirros. Não sei o que me deu, peguei o celular e tirei duas selfies usando máscara. Na noite do mesmo dia, tive um sonho onde andava na rua da minha casa e todos usavam máscaras cirúrgicas, não me lembro exatamente, mas tinha uma boneca robô gigante que ficava andando pelas ruas soltando um gás que matava as pessoas (?!?!?!?). Esqueci desse sonho, como fazemos com todos os outros. Veio a pandemia e nem me lembrei disso. Esses dias fui procurar uma foto no aplicativo Fotos e acabei vendo a selfie que tirei com a máscara, em novembro do ano passado. Neste momento, me lembrei do sonho. Mas ok, outra coincidência. Não vou ficar pensando nisso. Mas essas coisas não param de acontecer. Eu não tenho paz, pois estão cada vez mais fortes e eu simplesmente não tenho com quem falar isso. Por exemplo: esses dias eu li uma matéria sobre o assassino do John Lennon e na matéria tinha uma foto específica do John Lennon de braços cruzados, com uma camiseta escrita "New York City". No MESMO DIA passei na porta de uma loja de instrumentos musicais e vi um poster com essa mesma foto. Mais tarde, vejo um rapaz com uma camisa com a mesma foto... À noite, abro o Instagram e a primeira foto no feed é a do John Lennon de braços cruzados... WTF, porque essa foto em específico me apareceu tanto no mesmo dia? Essas são só umas coincidências mais leves, pois ocorrem umas mais pesadas também. Mas se eu for contar tudo, vai ficar muito grande e já estou com a impressão de que este desabafo já está grande mais. Mas pra finalizar, eu também me sinto perseguido por números. Alguns especificamente aparecem com mais frequência. Por exemplo: pego o celular e são 11:45. No mesmo dia vejo o número na placa de um carro com esse número, vou ao mercado e a compra dá exatamente 11:45, no mesmo dia até vejo um ônibus 1145 HAHUHAHKKNADH Eu tô praticamente bugando. Eu sei que não estou enlouquecendo, mas essas situações são muito estranhas e chega o momento que eu tenho que admitir pra mim mesmo que elas devem significar alguma coisa. Alguém já passou ou passa por algo semelhante?
O que mais me irrita é que essas coisas acontecem, mas nunca são óbvias. É como você estar com aquela palavra na ponta da língua, mas não sabe falá-la.
Enfim, estou morto de sono. Agradeço a quem leu até o fim. E espero também encontrar alguém que passe pelas mesmas situações. Boa noite.
Edit I: morro de medo de virar um charlatão desses que vai na TV fazer previsões.
Edit II: essas coisas não vem quando eu quero. Acha que já não tentei adivinhar os números da mega sena? Hahaha Essas coisas aparecem aleatoriamente quando nem estou pensando nelas.
Edit III: nunca tinha postado nada aqui; mas senti que precisava desabafar. Ou quem sabe encontrar ajuda. Eu acho que vou morrer em breve. É o que os sinais urbanos estão me indicando. Além de ver vários cavalos brancos...
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2020.10.01 17:44 outfoxingthefoxes PSA: Cómo identificar y consumir LSD

Introducción

Mucha gente es aficionada al consumo de psicodélicos pero es sorprendente la cantidad de desinformación que existe sobre ellos. Tanto consumidores, como en muchos casos vendedores, toman como ciertas afirmaciones que pueden estar erradas. El objetivo del post es dejar claro qué es lo que hay que tener en cuenta para estar seguros de lo que compramos y consumimos, además de identificar qué vendedores realmente no saben qué es lo que tienen entre manos y por lo tanto puede ser peligroso confiar en ellos.

¿Esto es LSD?

Cómo consumirlo

Más información

Para cualquier duda, comentario, o discusión sobre alguno de los puntos que escribí por favor comenten para tener la información más clara y confiable posible. Pueden obtener aun más información desde otras fuentes, como en LSD, tripsafe.org y en Erowid.
Edit: Se añadieron los puntos psicología y otras drogas.
Hace unos meses hubo un thread similar por u/MajesticQuestion
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2020.09.30 22:19 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos.Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 21:42 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.29 16:32 alforo_ Trabajar menos, ganar tiempo, ganar vida. Por la reducción de la jornada

El miedo es una respuesta de supervivencia. El miedo nos impulsa a correr, a saltar; el miedo puede hacernos actuar como si fuéramos sobrehumanos. Pero tiene que haber un sitio hacia el que correr. Si no, el miedo solamente es paralizante. Así que el truco de verdad, la única esperanza, es dejar que el horror que nos produce la imagen de un futuro inhabitable se equilibre y se alivie con la perspectiva de construir algo mucho mejor que cualquiera de los escenarios que muchos de nosotros nos habíamos atrevido a imaginar hasta ahora.
Naomi Klein, Esto lo cambia todo
Puede que sea por una falta de distancia temporal con la crisis que estamos viviendo ahora mismo, pero es fácil sentir la tentación de clasificar nuestra era en una época Antes del COVID-19 y una Después del COVID-19. Desde luego parece que en estos términos pensamos cuando recordamos las cosas que hacíamos antes del confinamiento y cómo cambió todo radicalmente después. El impacto está siendo (y será) tal que parece casi comprensible que hayamos olvidado lo que los dos últimos años supusieron para el ecologismo, convertido, por primera vez, en un movimiento de masas mundial. Millones de personas salieron a las calles de todo el mundo exigiendo a los gobiernos que escuchen a los científicos y reaccionen antes de que sea demasiado tarde. Es fundamental retomar esta lucha y tomar impulso porque tanto la actual pandemia como el cambio climático están causados en última instancia por un sistema que considera que no existen límites físicos y ecológicos en su búsqueda de beneficio. Con la crisis del coronavirus hemos visto que cuando un desastre de estas magnitudes afecta a nuestra sociedad, son las condiciones de los servicios públicos de salud, de vivienda, de trabajo, de cuidados las que determinan cuánto sufriremos y con qué grado de desigualdad. Del mismo modo, serán precisamente unos servicios públicos robustos y unas condiciones laborales y sociales mejores las que nos permitirán afrontar del mejor modo posible las peores consecuencias del cambio climático (temperaturas más altas, incendios, inundaciones…).
En octubre de 2018, solo un par de meses después de que Greta Thunberg dejase de ir a clase los viernes para exigir acción contra el cambio climático, el IPCC publicó un informe especial sobre los impactos de un calentamiento global por encima de los 1,5 ºC en el que se avisaba de que, para poder descartar estos escenarios, eran necesarios «cambios rápidos, de gran alcance y sin precedentes en todos los aspectos de la sociedad». ¿Pero y si sí existiera un precedente? ¿Y si hubiera una medida que se pudiera tomar de inmediato, que fuese a tener un impacto muy grande en la reducción de emisiones y en la movilización social y que, además, se ha tomado repetidamente a lo largo de la historia del capitalismo? Hablamos, por supuesto, de la reducción de la jornada laboral.
Los cronocrímenes del capital
Tal vez una de las mayores enseñanzas de El capital de Marx es que el capitalismo es un «cronocrimen» a gran escala: una parte minoritaria de la sociedad roba sistemáticamente el tiempo de vida de la mayoría, enriqueciéndose durante el proceso y aumentando la desigualdad social. Hemos descubierto demasiado tarde que el mismo sistema que nos roba el tiempo individualmente a cada persona además ha estado destruyendo las condiciones de vida en la Tierra, desposeyéndonos por tanto de nuestro tiempo de una manera adicional, también como especie. Por ello, cuando decimos que el capitalismo es el culpable del cambio climático tenemos que entender que, en última instancia, la lucha contra el trabajo asalariado debe ser uno de los pilares de la lucha climática. Nos roban el tiempo de vida hoy y nos roban el tiempo de vida de mañana.
La lucha entre la clase trabajadora y la burguesía con motivo de la duración de la jornada laboral ha sido uno de los elementos fundamentales del metabolismo capitalista durante los últimos doscientos años y, de hecho, uno de los principales focos de la lucha obrera, a menudo ofuscado, ha sido la lucha por la reducción de la jornada laboral. Desde la reclamación de la reducción de la jornada a doce horas hasta lograr la jornada de ocho horas, la lucha por trabajar menos para el patrón ha sido una de las señas de identidad del movimiento obrero. Sin embargo, parece que la jornada laboral de ocho horas (al menos sobre el papel) se ha asentado como la cantidad «natural» de horas que hay que trabajar y, al menos en España, la reducción de esta cantidad no ha vuelto a aparecer como una reivindicación de la clase trabajadora durante los últimos cien años de un modo mayoritario (y cuando ha aparecido ha sido, generalmente, con poco éxito), desde que la última reducción se consiguiese con la huelga de la CNT en La Canadiense. Los trabajadores y las trabajadoras siempre hemos necesitado tener más tiempo libre y regalarle menos tiempo a nuestros jefes. Sin embargo, ahora esta necesidad vital y humana se convierte en una necesidad existencial: tenemos que pasar menos tiempo en el trabajo para poder ganar más tiempo sobre la Tierra. No habrá transición ecológica ni esta podrá ser justa sin una jornada laboral que comience a disminuir cuanto antes.
Hay que puntualizar que cuando decimos reducción de jornada nos referimos a una reducción del tiempo de trabajo que no conlleve una reducción de salario, implementando si es necesario desde la administración un período de transición en el que el Estado se asegure de que esto ocurre. Además, existen múltiples formatos de reducción de jornada, como puede ser trabajar directamente un día menos o seguir trabajando la misma cantidad de días pero menos horas. Consideramos que lo fundamental es trabajar menos, y que distintas personas encontrarán más beneficioso uno u otro formato dependiendo, por ejemplo, de las responsabilidades de cuidado a su cargo. Por ejemplo, la federación de sindicatos del sector público de Islandia firmó recientemente un nuevo contrato en el que se reduce la semana laboral de cuarenta a treinta y seis horas sin pérdida salarial, y dentro del acuerdo se incluye que serán los trabajadores y trabajadoras en cada lugar de trabajo quienes decidirán cómo se implementará y repartirá la disminución de horas.
En España hemos visto hace poco un ejemplo de cómo «los momentos son los elementos del beneficio», como decía Marx: es decir, de por qué es tan fundamental para el beneficio del empresario exprimir todos los segundos posibles del tiempo que pasamos en el puesto de trabajo. Nos referimos a la reacción a las medidas impulsadas por el gobierno del PSOE para implementar un control de horario en las empresas y así intentar luchar contra la espectacular cantidad de horas extras no remuneradas que los empresarios de este país roban a la clase trabajadora (¡unos tres millones de horas por semana!). Pudimos ver en televisiones y periódicos los argumentos más peregrinos para que nos apenásemos por los pobres emprendedores y empresarios cuyos negocios no iban a ser rentables si no podían robar impunemente más horas de vida a los trabajadores. Hablamos de aumentar el robo de tiempo vital en forma de plusvalía incrementando el tiempo de trabajo por el que no se recibe compensación ni siquiera formalmente. Por lo tanto, si esta es la pelea que presentan para, simplemente, ¡no cumplir la ley!, podemos imaginarnos cómo sería si se plantease de manera seria y decidida la reducción de la jornada laboral. Sí, existen estudios sobre cómo esto aumentaría la productividad de muchas empresas y sobre cómo en última instancia podría ser beneficioso también para ellas, pero en general estos beneficios solo los asumirán como tales una vez hayan sufrido la derrota y hayan debido aceptar una reducción de las horas de trabajo. Poco a poco van surgiendo en distintos países empresas que implementan una jornada laboral más corta, y aunque sea por aumentar su productividad es positivo que ocurra, pero hay que tener en cuenta por un lado que hay muchos sectores en los que no es cierto que trabajar menos horas vaya a hacer que el proceso sea más productivo. Esto variará mucho de sector en sector: en aquellos en los que se trata con personas, como por ejemplo la sanidad, la atención sería de más calidad, y una fábrica necesitaría inversiones para conseguir mantener la productividad. Por otro lado, no podemos olvidar del beneficio a nivel global que los capitalistas obtienen de la función disciplinadora del trabajo: la clase propietaria siempre ha peleado para que no se consigan estos avances, aunque les beneficien a largo plazo.
Reducción de jornada: win, win, win
La reducción de jornada es una medida que contiene un «triple dividendo». En primer lugar, el trabajo existente se reparte entre más gente, lo que permite reducir el desempleo. Vivimos en una sociedad altamente disfuncional, en la que una parte de las personas trabajan mucho más de lo que recoge su contrato, regalando cada mes decenas de horas adicionales a sus empleadores, mientras que otra parte de la población no consigue trabajar todo lo que le permitiría tener un salario digno y necesita acumular varios trabajos de jornada reducida. De hecho, a los millones de personas con trabajos precarios lo de una reducción de jornada les podría sonar a broma pesada: «¡Mis problemas vienen porque trabajo de menos, no de más!». Junto a otro tipo de medidas que podrían debatirse y que no son necesariamente excluyentes, como el trabajo garantizado o la renta básica, la reducción de jornada permitiría redistribuir el trabajo de un modo más racional, haciendo que quien trabaja demasiado pueda descansar más y que los que lo necesiten puedan acceder a un empleo.
En segundo lugar, está claro que trabajar menos tiene beneficios individuales: menos estrés, más tiempo libre y mejoras en la calidad de vida. Esto lo ha sabido la clase trabajadora desde su nacimiento y es algo que deberíamos volver a recordar. Además, cualquier proyecto de transición ecológica justa debe ser capaz de ofrecer a la mayor parte de la población una visión de un mundo mejor, y disponer de más tiempo propio ha de ser una parte central en ella. De un modo naif podemos pensar que, si los fines de semana pasaran a durar tres días, la gente lo que haría es consumir más, derrochar más o tomar más aviones; es decir, que no ganaríamos nada porque lo único que haríamos es ceder más espacio al consumismo exacerbado en el que se basa nuestro actual sistema de producción. Este era precisamente el argumento de la burguesía contra las vacaciones: el proletariado llevaría una vida disoluta si disponía de tiempo libre en lugar de seguir la vida ordenada que proporciona el trabajo. Sin embargo, existen estudios que indican lo contrario: que cuanto más largas son las jornadas de trabajo más se tiende a dedicar el ocio a este tipo de consumo [1]. Como tenemos poco tiempo, necesitamos actividades que satisfagan nuestras necesidades de diversión y entretenimiento de un modo inmediato y superficial, por eso vamos a pasar el rato a un centro comercial o de compras o a alguna capital europea en un viaje exprés de fin de semana.
Por último, y vinculado a este último punto, hay también muchos estudios que muestran que existe una relación entre trabajar más horas y patrones de consumo con mayor huella de carbono [2]. Cuanto más trabajamos más tendemos a utilizar productos intensivos en energía; por ejemplo, tendemos a coger más el coche porque no nos podemos permitir perder tiempo, así como a comer más productos precocinados porque no tenemos tiempo para dedicárselo a la alimentación. Estudios sistemáticos hechos en Estados Unidos muestran que menos horas de trabajo tienden a tener una huella ecológica y de carbono y unas emisiones de dióxido de carbono menores [3].
La virtuosidad de esta medida está clara en todos los sentidos, pero de cara a conseguir que se convierta en hegemónica en poco tiempo puede resultar interesante, e incluso necesario, vincularla lo más posible al problema ecológico. Por ejemplo, se podría forzar a que entrase en los paquetes de «emergencia climática» que los gobiernos están aprobando poco a poco. Así quedaría claro que la cosa no se queda en greenwashing, porque esto es pura lucha de clases… hasta cierto punto. Es posible que no nos quede otra, a nivel climático, que trabajar menos y lo que queremos es que esto se lleve a cabo desde un punto de vista progresista: por ejemplo, no queremos que aumente la diferencia actual en cantidad de tiempo libre existente entre las distintas capas sociales, haciendo que las capas más ricas trabajen menos pero sigan teniendo salarios más que razonables, mientras que los más pobres se vean más golpeados y sean abocados a tener más de un trabajo, por poner un ejemplo extremo de por dónde podría avanzar esta medida y que desgraciadamente podemos imaginar con facilidad.
No hay que inventar trabajos verdes: ya existen
Una de las ideas de las movilizaciones feministas de los últimos años que va calando en los imaginarios colectivos de los sectores progresistas (y cada vez más de los mainstream) es la de «poner los cuidados en el centro» (y de nuevo la pandemia nos ha mostrado que, a la hora de la verdad, cuidar y ser cuidados es lo único que importa). Se derivan muchas implicaciones a partir de la puesta en valor de todas esas labores reproductivas que han estado siempre ocultas. La separación entre las esferas productiva y reproductiva realizada a lo largo de siglos por el capitalismo ha llevado a que las únicas actividades que se consideran relevantes, dignas de elogio y reconocimiento en la sociedad sean aquellas que generan actividad económica directamente (o sea, plusvalía), las que se encuentran de modo explícito inmersas en esa rueda tautológica y destructiva que es la autovalorización del capital. El cuidado de niños y niñas, de las personas ancianas, de personas dependientes, de nuestras casas e incluso de las casas de las clases superiores, el trabajo emocional en nuestras familias, colectivos y comunidades, y hasta el cuidado de nuestro ecosistema más inmediato, es decir, todas ellas actividades ligadas históricamente a la feminidad,han sido, por tanto, merecedoras de un puesto muy bajo en la escala de valores burguesa.
Con la crisis sanitaria y social del COVID-19 hemos podido ver de primera mano lo que son los trabajos esenciales para que la sociedad siga funcionando y cuáles no, y cómo se maltrata precisamente a quien cumple esas funciones. Resulta, además, que los cuidados son actividades extremadamente bajas en carbono, por lo que los llamados «trabajos verdes» tendrán que girar en gran medida en torno a este tipo de tareas. Pero ante todo, se trata de generar una visión en la que ese tiempo libre que se libere se dedique a cuidarnos los unos a las otras, a pasar más tiempo con nuestras familias (entendida esta en el sentido más diverso que podamos imaginar), a poder dedicarnos a la crianza, a cuidar de nuestros parques, barrios, jardines y ecosistemas. Tenemos que aprovechar el tiempo vital del que volvemos a disponer para regenerar el tejido comunitario y asociativo que hemos perdido en estos años.
Como hemos mencionado, existen otras medidas relacionadas y que son totalmente compatibles con la reducción de jornada laboral, como una Renta Mínima Universal mucho más útil y ambiciosa que el Ingreso Mínimo Vital implementado (de un modo francamente malo) por el Gobierno de coalición. Algo que comparten todas estas medidas en cierto modo es que son formas concretas que toma el derecho a existir, el más fundamental de todos los derechos. Como además salir de la lógica productivista del capital es condición necesaria para que nuestra especie pueda, literalmente, seguir existiendo de un modo digno en este planeta, entonces podemos decir que estamos luchando por un derecho a la existencia a nivel planetario y ecológico.
Fridays for Future
La semana laboral de cuatro días no sería solo un momento Polanyi defensivo que nos permita limitar las esferas de la vida dominadas por el mercado, una victoria difícil de revertir una vez sea hegemónica que nos sirva como trinchera para afrontar mejor las luchas venideras. Es también un punto de partida que nos permite imaginar un futuro distinto, y mejor. Tal vez esa sea una de las mayores virtudes de esta lucha: que mezcla en una reivindicación concreta tanto la mirada corta como la mirada larga. Nos podrá parecer una reivindicación más o menos difícil de conseguir, y puede que genere reticencias al inicio en una sociedad en la que nos definimos por el trabajo de un modo tan fundamental, pero cualquiera puede figurarse fácilmente cómo sería su vida si su fin de semana durase tres días. Es decir: es una medida que todo el mundo puede imaginarse implementada y visualizar cuál sería el impacto material concreto en sus vidas. Pero es que además la reducción de la semana laboral nos abre la puerta a imaginar un mundo en el que trabajemos no cuatro, sino tres o dos o incluso un solo día; es decir, genera de un modo inmediato un imaginario nuevo, en el que el trabajo pueda no ser el centro de nuestras vidas. Y en la lucha climática tal vez lo que más necesitemos sea esto, visiones concretas de cómo puede ser el mundo en un futuro que no sean el colapso y la degradación absoluta, sino una sociedad en la que el tiempo que no pasemos realizando un trabajo (que sea además beneficioso socialmente) realmente podamos dedicarlo a pasear con nuestra gente, a hacer fiestas al aire libre, a disfrutar de nuestros ríos y nuestras playas, a cuidarnos y querernos y a cuidar y a querer nuestro entorno. Si queremos un planeta habitable tendremos que hacer decrecer mucho la esfera material de producción, pero tenemos que conseguir crecer exponencialmente el tiempo disponible para todas las personas.
Este septiembre el Euromillones ha sacado una nueva campaña de publicidad en la que se ven distintas actividades para las que no solemos tener tiempo escritas con la típica tipografía utilizada en relojes digitales, junto a la frase «cuando te toca el Euromillones, te toca todo el tiempo del mundo para hacer con él lo que siempre has querido», junto al eslogan «dueños del tiempo». Tenemos que mostrarles a los que actualmente son dueños de nuestro tiempo que no queremos que nos toque la lotería para poder aprender a tocar el piano, hacer yoga o estar con nuestras familias: vamos a recuperar nuestro tiempo luchando por una sociedad en el que la cantidad de tiempo disponible no dependa de nuestros millones.
Desde hace tiempo el activismo climático fantasea con un Pride propio. Pride es una película británica de 2014 que cuenta la historia de un grupo de activistas del colectivo LGBT que deciden apoyar las huelgas mineras de 1984 en Reino Unido. Para conseguir victorias contra el cambio climático que permitan además que la mayoría viva mejor vamos a necesitar un movimiento parecido, que consiga establecer alianzas entre el nuevo movimiento ecologista y las clases trabajadoras, y la lucha por una jornada laboral más corta puede ser una de las demandas que puedan unir a todos estos grupos en luchas concretas, que es de donde brotan los vínculos y emociones que podemos ver en Pride. Greta Thunberg inspiró a millones de jóvenes en todo el mundo haciendo una huelga climática, recordánonos cuál es el arma más potente de la que disponemos los que no disponemos de nada más que de nuestra fuerza de trabajo. Y el nombre que se han dado estos jóvenes que han seguido su ejemplo ha sido Fridays for Future, que han decidido dejar de ir al colegio los viernes para luchar por nuestro futuro. El potencial es evidente, pues, para articular una lucha en torno a, por ejemplo, la semana laboral de cuatro días: dejemos de trabajar los viernes, o no tendremos un futuro. Reapropiémonos de nuestro tiempo ahora para reapropiarnos de nuestro tiempo en el futuro. Fridays for Future hoy, literalmente, para luchar por Thursdays for Future mañana.
Referencias
[1] J. B. Fitzgerald, J. B. Schor, A. K. Jorgenson, «Working Hours and Carbon Dioxide Emissions in the United States, 2007-2013», Social Forces, v, 96, n.º 4, junio de 2018, pp. 1851-1874 https://academic.oup.com/sf/article/96/4/1851/4951469
[2] J. Nässén, J. Larsson, «Would shorter working time reduce greenhouse gas emissions? An analysis of time use and consumption in Swedish households», Environment and Planning C: Government and Policy 2015, v. 33, pp. 726-745.
[3] K. Knight, E. A. Rosa, J. B. Schor, «Reducing Growth to Achieve Environmental Sustainability: The Role of Work Hours», Political Economy Research Institute, n.º 304, 2012 https://www.peri.umass.edu/media/k2/attachments/4.2KnightRosaSchor.pdf
Se puede encontrar mucha información sobre los impactos sociales y ecológicos de la reducción de jornada en los trabajos hechos por el grupo de investigación británico Autonomy:
The Shorter Working Week: a report from Autonomy
The Shorter Working Week: a powerful tool to drastically reduce carbon emissions
The Ecological Limits of Work:
La New Economics Foundation coordina esta newsletter donde periódicamente recogen artículos y noticias relacionadas con la reducción de la semana laboral en Europa: Achieving a shorter working week across Europe
La ilustración de cabecera es «La siesta (según Millet)», de Vincent Van Gogh (1853-1890)
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2020.09.29 09:14 OjosRojosporlavida UNA NOCHE MAS

No puedo dejar de pensar que en estos 3 años estuve dando mi vida, mis sueños a una mujer con la cual creia era el amor de mi vida...mi futura esposa, la madre de mis hijos veo que al final de todo no me amaba tanto como yo creia pues termino por hacer y volver con personas que yo sabia que la jodian pero ella se hacia la desorientada.... mi vida no ah sido la misma desde que mataron a Alvaro...ya nada me preocupa ..nada me importa...estoy fumando cosas toxicas que una y mil veces eh botado jurando que jamas volveria a hacerlo..cada vez mas me hundo silenciosamente, no se cuanto tiempo soportare esto...estoy muy deprimido...y todo el dia solo me pongo una mascara de normalidad...al pensar que mis problemas son basura alado de la gente que pasa necesidades basicas, me hace pensar en lo afortunado que soy ...y lo mucho que me quejo...creo que simplemente en verdad queria algo con ella ..si queria mi familia con ella......pero eso ya es algo que nisiquiera imagino pueda pasar...pues ya ah estado con otro hombre ...sea por despecho...ganas...gusto ....ya no es la niña que a los 18 conoci.....hasta cumplir los 21.....pensaba que me entendia que era la mujer ideal para mi....el dia que te mataron Alvaro llore muy desconsoladamente...pues eres mi hermano aunque no haya sido el mejor de los amigos....siempre de considere un igual....ese dia...11 de agosto del 2019...justo ese maldito dia...es el dia de su cumpleaños.....ella me abrazo prometiendome que todo estaria bien.....y yo le crei.....el 11 de agosto del 2020 no estaba al 100% estaba deprimido y al hablar con ella me preguntaba xq estaba asi....que si ando con cara de culo mejor no vaya.....no puedo permitir que te falten el respeto de esa manera...aunque ya no estes con vida....peor aun....la.misma mujer que me vio llorar como un niño por la muerte de un ser querido......lo trato como si hubiera sido alguna tonteria......
No tengo un sentido en la vida.....me pregunto si algun dia podre encontrar mi camino en este mundo o si podre algun dia ser verdaderamente feliz...con una mujer que me ame..como yo a ella
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2020.09.27 19:12 leodellapasqua Luz em Kiev

Gente preciso de ajuda, eu tenho salvo essa história de Kiev mas não encontro ela em nenhum lugar, eu gostaria de encontrar o criador dessa história se puderem me ajudar segue a baixo a história
Luz em Kiev
sec 2002 meu nome não importa estou aqui pra contar uma história da minha familia tenho descendência alemã e meu falecido avô lutou na guerra ele voltou meio pirado, sabe? é comprovado que alguns soldados voltam com trauma da guerra mas ele foi diferente ele nunca mais falou e nunca mais piscava o olho os olhos sempre pareciam que procuravam alguma coisa e ele nunca andou sem a Lüger dele eu nunca vi ele sem aquela pistola voltando a historia é da familia, mas quem contou a primeira vez foi um amigo dele, que lutou junto só eles dois sobraram o amigo dele também tava abalado se matou alguns meses depois de voltar pra casa mas vamos começar tudo começou na invasão da Rússia meu avô era parte de um pelotão condecorado, eles tinham lutado na Polônia e na França e quase ninguém tinha morrido eles eram respeitados por todo mundo, até os soldados de elite viam eles como iguais por causa dessa fama, os planos mais difíceis ficavam com o pelotão do vovô mas até aí tudo bem a invasão começou eles estavam destroçando os russos e já estavam lutando a algumas semanas um dia contataram o comandante do pelotão tinha um floresta em um pântano soviético perto de Kiev todo mundo que entrava lá não voltava então ne lá foram eles falaram que quando chegaram lá na frente todo mundo se arrepiou não passava nenhuma luz na floresta o ar parecia mais pesado um barulho pior que o outro mas o pior, pelo que disseram era que, ocasionalmente eles ouviam gente gritar até às vezes vinham uns tiros antes e o pelotão do vovô nunca soube de onde vinha ou quem eram mas, missão era missão começaram com o básico o pelotão tinha um panzer(tanque) de estimação o nome dele era "Alt Frau" significa Velha Senhora aquele panzer e a tripulação eram vividos o tanque era cheio de furo, arranhão mas a marca dele eram as esposas de cada tripulante pintados na frente do tanque estimulava os pilotos, sabe? se acertasse o tanque, acertaria as mulheres isso motivava os caras mas voltando mandaram o tanque primeiro ficaram esperando na frente da floresta, e deixaram o tanque rodar um pouco vocês devem estar pensando "mas um tanque não atola no pântano?" eu também perguntei isso mas como eu já disse a tripulação era vivida só atolariam se errasem e eles nunca erravam o tanque começou a rodar de noite o pelotão fez um acampamento na beira e esperou só ouviam o barulho do motor a floresta não fazia som nenhum passou algumas horas, e só o som do motor os soldados ja tinham até acostumado por isso estranharam quando tudo ficou quieto o tanque parou e o motor foi desligado todo mundo se entreolhou a Velha Senhora achou alguma coisa e ficou muito tempo assim os homens ficaram nervosos ansiosos a floresta continuava quieta apenas o estalar da fogueira quebrava o silêncio então o grave som de uma explosão o tanque disparou eles ouviam a MG34 do tanque disparando e não parava olharam pra floresta, e viam alguns clarões dos tiros e ouviam o comandante gritando se eram ordens ou não, ninguém sabia mais um tiro do canhão a MG não parava de atirar e então silêncio os clarões pararam a MG parou o canhão não disparou mais o motor não ligou silêncio o mais puro e tortuoso silêncio os soldados estavam nervosos uns suavam, outros seguravam a arma com força alguns ja tinham comecado a orar, baixinho e um grito ecoa pela floresta um grito de dor, sofrimento passou cortando por nós dentro da gente despertando medo agonia terror. um grito de desespero. quase animalesco o canhão dispara mais uma vez para nao mais aquela noite. os homens esperavam a ordem era o panzer voltar ao amanhecer nenhum de nós teve a coragem de dormir seja por medo ou respeito ao tanque ninguém dormiu . . . meio dia. o tanque não voltou o clima entre o pelotão tava ruim quase ninguém falava se falassem era um cochicho muito baixo e continuou assim até o anoitecer quando chegaram novas ordens agora a infantaria ia la dentro todos se olharam mas ordem é ordem prepararam as coisas e foram 50 soldados entraram na floresta e foram avançando estranhamente, os passos não faziam barulho não havia o farfalhar das folhas os galhos quebrando não havia som algum. só pararam de andar quando ficou escuro mas tão escuro, que não dava pra ver a própria arma ninguém tinha se atrevido a acender um sinalizador >para conseguir enxergar então meu avô falou, pela primeira vez desde que os soldados entraram ele apenas chamou os homens pra perto e quem tivesse acendesse um sinalizador ouviram o raspar do pavio do sinalizador três vezes a luz vermelha ia ficando mais forte e foram chegando perto uma da outra os soldados que seguravam a luz sentaram e esperaram os outros chegar também meu avô chegou sentou mais alguns chegaram e ninguém falou nada a luz estava estranha ela estava muito forte mas não iluminava eles conseguiam enxergar só os companheiros e vagamente, ainda os sinalizadores estavam apagando e só tinham 6 soldados eles nem se perguntaram nem se tocaram so formaram um círculo e acenderam mais um sinalizador não falaram nada então uma risada bem longe nada grotesco, ou histérico uma risada comum aquela risada, de quando contam algo engraçado pra você bem calma, a risada ia chegando perto os homens prepararam as armas não dava pra saber de onde vinha só que chegava perto até que o dono da risada apareceu atrás do vovô era um soldado russo todo maltrapilho roupa rasgada todo sujo e ria olhando pra luz sem tirar os olhos dela ria, igual criança quando ganha presente mas seus olhos não sabiam dizer se era felicidade ou loucura mas ele chorava ria e chorava a boca ria, expressava felicidade mas os olhos você via apenas loucura então ele parou de rir mas manteve o sorriso no rosto e disse algo em russo bem baixinho e passou a mao na cabeça do vovô igual quando você faz carinho em uma criança que está triste bem calmo, bem leve ele andou um pouco para trás com o sorriso no rosto puxou uma pistola do coldre e apontou pra própria cabeça e repetiu as palavras de antes então puxou o gatilho. ele não fez barulho quando caiu no chão. os soldados se olharam levantaram a risada do russo presa a cabeça deles o sorriso gravado na mente mas só o meu avô estava com medo ele era o único que falava russo e foi o único que entendeu "Luz. É bonita. Pena que acenderam" e eles continuaram a andar. . . . horas se passaram andando às cegas sem ver onde pisavam quando meu avô bateu em alguma coisa e caiu no chão deu um grito pra avisar que achou alguma coisa mas não pediu pra acender a luz. foi apalpando a coisa era de metal e grande sentiu uns arranhões era a Velha Senhora. não aguentou mandou acender um sinalizador talvez essa seja a coisa que ele mais se arrependa >em toda a guerra. alguém do lado dele acendeu e ele pode ver o gigante de ferro cheio de corpos em cima. um ja estava caído no chao os outros pareciam que estavam querendo fugir estavam mutilados destroçados e havia pânico nos seus rostos. subiram no panzer foram ver la dentro e, quando o vô abriu a escotilha alguém gritou. o piloto ainda estava la dentro com a perna mutilada e uma pistola na mão seus olhos expressavam loucura. ele não falava. o soldado do sinalizador chegou mais perto pra ver e inclinou o sinalizador pra ver lá dentro o piloto se apavorou começou a gritar pra apagar, enquanto se contorcia >pra tirar o sinalizador da mão dele o soldado se afastou, meio assustado enquanto o piloto ficava cada vez mais apavorado pedindo para apagar meu avô tentava acalmar o piloto mas ele se debatia, gritava, xingava então ele pegou a arma e atirou no soldado. meu avô gritou e apontou a própria arma pro piloto enquanto o corpo do outro soldado caía do tanque o piloto parou de gritar só chorava e no meio do pranto, perguntou, bem baixinho "por quê vocês acenderam?" e ficou chorando e repetindo até que alguma coisa balançou o tanque todo mundo se calou os soldados que restavam, prepararam as armas em volta do tanque silêncio ouviram uma respiração pesada de dentro do tanque ouviam um suave farfalhar como se alguma coisa estivesse se arrastando o piloto olhou para cima para meu avô só havia tristeza em seus olhos "corra. Por favor." e ficou repetindo meu avô estava paralisado o piloto é puxado para o fundo do tanque para a escuridão ele começou a gritar, enquanto disparava com a pistola meu avô pulou do tanque e começou a correr os outros seguiam ele correndo e, no meio da correria o piloto parou de gritar. parou de atirar. e o sinalizador no chão ao lado do corpo do soldado. . . . correram por muito tempo só pararam quando não aguentaram mais correr tentaram se encontrar na escuridão quando finalmente encontrou alguém acenderam um sinalizador o coração do meu avô parou só pensava no que o russo e o piloto disseram olhou em volta só tinham mais dois além dele se perderam dos outros? sentaram no chão meu avô tirou a ração de combate da mochila e começou a comer não porque queria ele estava sem fome nenhuma mas ele precisava os outros fizeram o mesmo. comiam, olhando pra luz em silêncio. . . . ouviram gritos e tiros parecia um outro grupo levantaram correndo e foram na direção dos tiros o tiroteio continuava mas quanto mais perto eles chegavam mais raros ficavam os sons quando chegaram lá ja não tinha mais nada. de repente um pouco a frente deles um soldado alemão acendeu um sinalizador estava sangrando, mancando com a arma na mão jogou o sinalizador no chão seus companheiros estavam no chão mortos. dilacerados. olhava em volta aflito meu avô e o grupo dele olhavam de longe o soldado continuava procurando alguma coisa deu uma rajada na floresta e, em um piscar de olhos alguma coisa grande pulou da floresta antes que ele se virasse ja tinha sido levado à escuridão não teve tempo nem de gritar. agora havia apenas um sinalizador e corpos no chão. silêncio. . . . meu avô apoia no ombro do seu amigo e o sinaliza para ir eles se viram dão de frente com o outro soldado ele continua olhando pra frente os olhos arregalados nem se mexe meu avô o chama ele nao se mexe chamou novamente sem resposta meu avô puxa ele ele cai no chão suas costas estão abertas atrás dele alguma coisa grande essa parte ninguém sabe sempre que tentavam falar meu avô chorava e o amigo dele travava eles nunca conseguiram falar disso. pelo que sabíamos, por alguns desenhos era gigante tinha pelos escuros mas era esquelética não tinha olhos e dentes do tamanho de uma mão. ao vê-lo eles travaram ninguém se mexia o medo os impedia de mexer qualquer músculo a coisa chegou perto do vovô e se inclinou chegou perto do rosto dele muito perto aquilo não fazia som nenhum só estava ali parado o sinalizador começou a apagar e nenhum dos três se mexia até ficar a escuridão total e a coisa a centímetros do rosto do vô ficaram ali sem se mexer no silêncio. . . . não sabem quanto tempo passou mas uma hora ouviram vozes distantes mas vozes e uma luz vermelha ao longe fraca mas o suficiente para ver a silhueta daquilo ainda parada ali então, ela se virou e foi na direção da luz. lentamente até sumir entre as árvores. e eles continuaram ali parados. só acordaram com os gritos e os tiros vindos da direção da luz começaram a correr inconcientemente, só corriam meu avô parou quando uma luz o cegou e sons muitos esperou os olhos acostumarem e olhou em volta saiu da floresta. alguns instantes depois, seu amigo mas o vô não riu nem chorou nem falou nada ele não expressava nada estava sério com os olhos levemente arregalados e ficou assim até o último dia de sua vida preso naquele momento naquele infernal momento que ele nunca mais esqueceu
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2020.09.27 01:54 mikolebeau Eu não tenho amigos

Cara, que angústia...
Eu sempre tentei ser o melhor amigo possível, aquele que dá um ombro amigo, que aconselha, que tenta ajudar e tudo..., do tipo que tira a camisa do corpo para ajudar os outros.
Só que agora vi que nada disso é recíproco...
De uns tempos para cá estou passando por vários problemas, principalmente na vida conjugal. Minha esposa já não é mais a mesma, ambos estamos fazendo terapia para ver se conseguimos nos resolver, mas parece que está cada dia mais complicado. Recentemente descobri que ela estava me traindo..., estou tentando perdoá-la, mas está difícil.
Temos vários amigos em comum, com alguns destes até tínhamos um grupo de whatsapp, mas devido a alguns acontecimentos, relacionados à traição dela, me decepcionei com algumas pessoas deste grupo e resolvi sair. Foi aí que comecei a ficar pior ainda. Ninguém, absolutamente ninguém perguntou o motivo de eu ter saído; a impressão que tenho é que não faço falta.
Agora nestes últimos dias estou sozinho em casa, ela resolveu 'pedir um tempo'. Passei o dia inteiro hoje com o celular na mão tentando pensar em alguém para conversar e desabafar, daí caiu a ficha de que não tenho ninguém. Nada, nenhum amigo...
Consegui encontrar alguém, chamei para tomar umas cervejas para conversar, mas essa pessoa tinha uns compromissos e disse que nesse meio tempo viria aqui, mas nada, não veio e eu continuo só, sem ninguém.
Começo a pensar que eu não faria falta, pois há tempos ninguém me chama para nada, nem ao menos para perguntar: "E aí, como você está?"
Que merda de vida.
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2020.09.26 12:16 smunevar52 La perra de mi novia arruinó mi vida pero después yo arruinó la de ella

Bueno esto sucedió hace unas semanas yo tenía una novia se llamaba Laura era muy cariñosa conmigo y con los demás bueno después de unos días descubrí por medio de un amigo que ella me estaba engañando con un drogadicto eso me hiso enojar bastante pero a la vez me entristeció saber el echo de que me estaba engañando apresar de que yo le daba todo mi amor y tiempo bueno después de unas semanas recibo una noticia que me hiso pensar suicidarme y bueno la noticia era que mi hermano había muerto (el era una mi héroe de pequeño y aún lo sigue siendo) resulta que el drogadicto con el que me había estado engañando mi novia le dió un disparo ya que ella le dijo que hiciera eso para hacerme sufrir aún más de lo que ya lo hacía bueno transcurren unos meses y recibo una demanda por violación y maltrato tal parece la perra de mi novia me había demandado yo al enterarme de esto me quedé con cara de WTF pero bueno después esa misma tarde mi tío me dijo que mi padre había muerto por un paro cardíaco esto me hizo explotar aún más y después la hermana de mi mamá me dice que ella tiene covid y que está en el hospital y que está muy grave al parecer unos tipos con covid se le acercaron y le tosieron encima esto hace que mi decisión de suicidarme se confirme pero luego recuerdo que mi hermano un día antes de su muerte me dijo "aunque todo salga mal recuerda yo estare para ti porque eres mi hermano y te quiero y quiero que salgas adelante porque eres especial para mi" recordar esas palabras me entristeció mucho más ya que el era con quién compartí la mayor parte de mi infancia luego voy a juicio por la demanda y el juez después de no encontrar pruebas me declara inocente luego de unos días decido que era hora de que mi novia pagara por lo que hizo y entonces así comenzó mi venganza: compartí con todos sus compañeros de trabajo una foto de ella con el drogadicto teniendo sexo al parecer esto no le gusto a su jefe(ya que también la compartí en Facebook) y la despido luego hize que perdiera su casa poniéndole quejas falsas al de la renta después compré unos perros agresivos(aunque no tanto porque tampoco quería matarla bueno si quería pero estaría en la cárcel) luego hago que los perros la ataquen después hize lo mismo que le hizo a mi madre y no solo a ella si no a toda su familia y ahora está muy grave mi madre ya se recupero y por último hago que se quede en coma. Si se que dirás qué estoy enfermo pero la verdad se lo merecía después de lo que me hizo me hizo perder a mi hermano a mi padre(olvide mencionar que le dió un paro porque ella contrato a unos tipos para que golpearan a mi padre y pues estaban vestidos como demonios entonces mi padre se asusto mucho y le dió el paro ahora después de que se recupere el covid y del coma irá a la cárcel y estará allí durante 80 años y tambien a todos los cómplices de sus planes.
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EL ABECEDARIO de la A a la Z - Vídeo educativo para ... Encontrar la cara oculta del isometrico(1) Marcos Vidal - Cara a cara - YouTube Pedro Capó, Farruko - Calma (Remix - Official Video) - YouTube Como hacer el desafío de la cara oculta de la luna Solo Un Genio Encuentra El Objeto Oculto De Las Fotos ¡El ... Interesante Cálculo de la Arista de un Cubo por ... Find The Odd Emoji One Out  Spot The Odd Object One Out ... como activar la cámara de tu pc - YouTube

Chapter 7 Fotonovela Flashcards Quizlet

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Ven amada mía - Cara a cara - Canción del misionero - El alfarero - Cien ovejas - Señor ten piedad - Villancico de Puquillay - Quédate conmigo - Punto final ... consegues encontrar o diferente em 15 segundos? parte 4 encontre o emoji diferente em 15 segundos! 4:54. find the odd emoji one out ache o emoji diferente em menos de 15 segundos resolve em ... Interesante Cálculo de la Arista de un Cubo por Aproximación Suscribete →https://goo.gl/0Q0mxS LaMejorAsesoríaEducativa → https://goo.gl/WAJxQb Correo Elect... Volumetria/ Cara oculta del objeto. This video is unavailable. Watch Queue Queue Vídeo educativo para que los más pequeños aprendan las letras del abecedario de la A a la Z . Conocerán de una forma divertida su sonido, su grafía y palabra... Disfruten nuestro nuevo video! Pedro Capó & Farruko - Calma REMIX! Qué te pareció? Comenta abajo! Música Disponible: Apple Music: http://smarturl.it/CalmaRem... hola aquí les dejo este vídeo de como activar tu cámara wed gracias y suscribanse comÓ cumplir la misiÓn de la cara oculta en la luna / red ball 4 - duration: 1:50. rexxil roblox 981 views. 1:50. red ball 4 - complete game 'level 1-75 'all 5 bosses killed walkthrough ... Solo Un Genio Encuentra El Objeto Oculto De Las 10 Fotos Si pasas todo el día buscando retos que te hagan ver diferente al común de las personas ¡Tú has eleg...